Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

Warning: Undefined variable $ad_format in /var/www/vhosts/jornaluniao.com.br/httpdocs/widget_pub_2021.php on line 15

Incrementar a produtividade e incentivar a competitividade das indústrias são fatores que dão à economia um novo ânimo, após os passos trôpegos dos últimos anos. O setor de materiais de construção civil, um dos mais afetados pela crise, volta a demonstrar seu fôlego, alimentado pela queda nas taxas de juros, diminuição do estoque de imóveis prontos, à venda, e retomada das concessões do governo. É um bom momento para empreender, e o Brasil é, cada vez mais, um país repleto de oportunidades. É preciso apostar em inovação, com os pés no chão, para fortalecer os negócios e garantir sucesso nas vendas.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o faturamento desse ramo industrial avançou  2,1% e o setor prevê uma performance mais consistente em 2019, com crescimento de até 2 pontos percentuais acima do PIB. Pela projeção da Fundação Getulio Vargas (FGV), a produção deverá ter uma expansão  anual média em torno de 5%, entre 2019 e 2022. Considerando o cenário mais positivo, inovar é necessário, e o caminho das pedras para se destacar no mercado. Não se trata de apenas investir em novas tecnologias no negócio, e sim de inserir a cultura de inovação em toda a gestão, fazendo com que o conceito se torne parte do DNA da empresa. Nessa perspectiva, é necessário aprimoramento constante, qualificação, além de visão para adoção de soluções cada vez mais sustentáveis, viáveis e acessíveis ao consumidor.

Uma boa ideia que se transforma em solução, efetivamente, gera lucro e precisa ser pensada e repensada estrategicamente. A Víqua, por exemplo, retoma os seus lançamentos, com novo design nas linhas de torneiras e a incorporação do cartucho com acionamento ¼ de volta em 32 modelos. Foram dois anos de estudos para lançar o mecanismo, necessidade observada por meio  de pesquisas de mercado e demandas de clientes na área comercial, que leva uma comodidade relevante para públicos mais amplos que, até então, não tinham acesso a esse tipo de recurso, característico de linhas mais caras. Com base em inovações como essa, a empresa trabalha em um quadro de retomada do mercado de materiais de construção em torno de 4% a 5% para 2019.  

O otimismo é reflexo do que mercado já nos mostra. A dica é inovar, mas, como ainda trabalhamos com a incerteza, ser um pouco conservador para não colocar o negócio em risco e, ao mesmo tempo, ter flexibilidade para mudar o plano com facilidade, tendo em vista uma eventual mudança de cenário.

Daniel Alberto Cardozo Junior, presidente da Víqua Indústria de Plásticos

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios

Utilizamos cookies e coletamos dados de navegação para fornecer uma melhor experiência para nossos usuários. Para saber mais os dados que coletamos, consulte nossa política de privacidade. Ao continuar navegando no site, você concorda integralmente com os termos desta política.