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Com implantação no ano de 2009, o Programa Municipal de Gerenciamento de Resíduos de Ibiporã foi premiado em 2012 pelo Ministério do Meio Ambiente com o primeiro lugar no 4º Prêmio Melhores Práticas da Agenda Ambiental na Administração Pública. O programa, desenvolvido por uma empresa terceirizada, propõe à população a separação do lixo doméstico em três tipos: lixo comum, reciclável e rejeitos.

Porém, com a chegada de datas festivas como o Carnaval, e também no período de férias, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Ibiporã identificou que a taxa de mistura de resíduos sólidos nos diferentes tipos de lixo tende a aumentar. A mistura acontece quando um tipo de lixo é dispensado juntamente com um outro, o que dificulta, por exemplo, a separação manual do lixo reciclável e pode ocasionar sua perda de qualidade e valor de reaproveitamento.

“Com as festas de fim de ano, férias, Carnaval as pessoas consomem mais e acabam relaxando na separação do lixo doméstico”, justifica o diretor de meio ambiente da Secretaria, Diógenes Magri. Para facilitar a separação do lixo em reciclável, orgânico e rejeitos, a empresa responsável pela coleta na cidade criou e distribuiu à população imãs de geladeira, que trazem as informações dos dias em que será feita a coleta dos diferentes tipos de materiais em cada região. De acordo com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Ibiporã produz cerca de 30 toneladas de lixo doméstico por dia.

Conforme propõe o Programa de Gerenciamento de Resíduos da cidade, cada tipo de lixo tem uma destinação diferente. O lixo orgânico, que é composto por restos de comida, cascas de frutas, verduras e sobras de alimentos passa pela compostagem, que o transformará em adubo. Os rejeitos, como fraldas, papel higiênico, absorventes, papéis sujos e tudo que não puder ser reutilizado ou reciclado, são acomodados em valas no aterro sanitário. Já o lixo reciclável, como papel, papelão, embalagens, latas, plásticos, garrafas pet, Tetrapak, vidro e cacos de vidro embalados é destinado a reciclagem para ser reaproveitado.

De acordo com o diretor de meio ambiente, quando um material é misturado ao outro acaba inutilizando resíduos que poderiam ser reaproveitados. Diógenes destaca que Prefeitura, além da coleta seletiva, tem investido na instalação de lixeiras com compartimentos para cada tipo de lixo e em campanhas de conscientização. “Se cada um fizer a sua parte será possível alcançar o bem-estar desejado pela sociedade com um uso muito menor de recursos naturais do que o atual, por meio de, ao mesmo tempo, uma produção mais responsável e um consumo mais consciente”, diz o diretor.

Redação JU com Assimp/PMI

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