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Dados do Caged registraram 211 vagas criadas em janeiro na cidade; setores de indústria da transformação e serviços se destacam

Ibiporã registrou a criação de 211 novas vagas com carteira assinada em janeiro de 2018, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na sexta-feira (02) pelo Ministério do Trabalho. Os setores que mais contribuíram para essa evolução foram os da indústria da transformação, com a criação de 94 postos, e de serviços, com 81 novas vagas. A variação do saldo de empregos registrou um crescimento de 2% nos postos de trabalho. Foram 558 admissões contra 347 desligamentos.

O município ficou em 11º lugar no ranking de emprego das cidades paranaenses com mais de 30 mil habitantes, superando municípios da Região Metropolitana, como Cambé, Londrina e Rolândia. Ibiporã segue a tendência nacional e estadual de saldo positivo de emprego em janeiro. O Brasil registrou a criação de 77.822 novas vagas com carteira assinada no primeiro mês do ano. É a primeira vez que o ano começa com contratações desde 2014, e o resultado é o melhor para o período desde 2012, quando foram criadas 118,9 mil vagas. O Paraná também teve saldo positivo. Foram criadas 11.637 vagas no primeiro mês do ano, com destaque também para a indústria de transformação e o setor de serviços.

A secretária do Trabalho, Maria Romana, credita os números positivos à ampliação e abertura de novas empresas em Ibiporã no final do ano e à consolidação da política de incentivo industrial. “O município tem experimentado um grande desenvolvimento econômico nos últimos anos, gerando o interesse do empresariado para instalar aqui seus negócios. A expectativa é que tenhamos um primeiro semestre muito bom para o mercado de trabalho, influenciado pela safra agrícola e pelo aumento da geração de vagas na indústria de transformação e serviços, que voltou a crescer após três anos de retração no Estado”, avalia Romana.

O coordenador de intermediação de mão de obra, Marcio Pedro, acrescenta que o resultado favorável também se deve ao trabalho realizado pela equipe da Secretaria do Trabalho para aproximar o empregador do trabalhador. “Costumamos visitar as empresas que estão se instalando para conhecer as suas demandas e oferecer os serviços prestados pela Agência do Trabalhador e Secretaria do Trabalho, como a intermediação de mão de obra de forma gratuita; espaço físico para a realização de processos de seleção e qualificação e orientação profissional”, comenta Pedro.

NC/PMI

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