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Nessa terça-feira, 1º de outubro, a Infraero realiza o Exercício Simulado de Emergência Aeronáutica (Esea), no Aeroporto de Londrina – Governador Roberto Richa (PR). A iniciativa será realizada juntamente com órgãos públicos, empresas integrantes do Plano de Emergência (Plem) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL). 

A atividade tem como objetivo avaliar os procedimentos em resposta a uma emergência simulada, averiguando a execução das normas estabelecidas pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), sem qualquer impacto nas operações regulares de pousos e decolagens. Ao todo, serão quase 100 pessoas envolvidas na realização do simulado, que ocorre a partir das 16h, atuando no atendimento direto às vítimas e demais mobilizações, além de veículos como ambulâncias, carros contra incêndio, carros de resgate e salvamento, além de viaturas. 

Para a superintendente do Aeroporto de Londrina, Sandra Aparecida de Oliveira, exercícios como esse são imprescindíveis para assegurar a eficácia do planejamento estabelecido. “Os simulados ajudam a identificar as melhorias necessárias para aprimorar a resposta a uma emergência, especialmente no que se refere ao salvamento de vidas, além da manutenção das operações aéreas com segurança em meio a uma ocorrência desse porte”, destaca. 

O teste que reúne as diferentes instituições envolvidas no atendimento a uma situação de acidente aéreo, dentre elas Defesa Civil, Corpo do Bombeiros, bombeiros de aeródromo, equipes de atendimento móvel e corpo de voluntários da comunidade aeroportuária. 

O simulado 

No exercício, a Infraero e todos os órgãos envolvidos irão participar de uma emergência simulada, com uso de fogo na pista que será combatido pela Seção Contra Incêndio (SCI) do aeroporto, ocasionada por uma aeronave modelo ATR 42, na qual o piloto inicia o procedimento de aproximação pela cabeceira 31. O comandante irá declarar a necessidade de fazer um pouso forçado devido a uma pane hidráulica e elétrica, não conseguindo, assim, receber informações essenciais sobre a aeronave. Segundos após chocar-se com o solo, ocorre uma explosão seguida por grande incêndio.

Asimp/Infraero

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