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A partir da próxima segunda (8), moradores do bairro poderão depositar nas calçadas, para recolhimento, qualquer resíduo capaz de acumular água

Números da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) apontam que Londrina tem vencido a batalha contra a dengue. Se em meados do meio de março a cidade possuía cerca de 30 bairros com alta incidência de casos da doença, atualmente já não há nenhuma localidade enquadrada nessa categoria. Os dados mais recentes divulgados pela pasta indicam que, na primeira semana de junho, apenas três áreas apresentavam índice crescente de infestação.

A queda expressiva das notificações é atribuída à estratégia adotada pela Prefeitura de Londrina desde a segunda quinzena  de março, quando os mutirões “Bota Fora Unidos Contra a Dengue” passaram a ser realizados diária e simultaneamente em vários pontos do município. A ação envolve o recolhimento de materiais velhos armazenados nos quintais dos moradores, assim como a limpeza de fundos de vale e outros espaços públicos, alvos de descarte irregular de lixo.

E para continuar avançando na guerra contra o Aedes aegypti, a partir da próxima segunda-feira (8) a iniciativa vai ao jardim Bandeirantes, na zona oeste. Durante a oportunidade, a população poderá colocar para fora, nas calçadas, itens como sofás, móveis, ferragens, entulhos, louças sanitárias e qualquer outro artigo capaz de acumular água. Tudo será recolhido pelos caminhões do Município e, posteriormente, receberá o destino adequado.

Ontem (5), o trabalho foi  finalizado nos patrimônios Regina e Espírito Santo, na região sul. Antes deles, foram contemplados o patrimônio Selva e os distritos de Irerê, Paiquerê, Maravilha, Guaravera, São Luiz e Lerrovile. Além da zona rural, nos últimos dez dias foram atendidos ainda o jardim São Rafael, na zona leste, e o conjunto Sebastião de Melo, área norte de Londrina.

O “Bota Fora Unidos Contra a Dengue” é uma realização da Prefeitura, por meio da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e da SMS. Enquanto o primeiro órgão é encarregado da parte operacional, o segundo é responsável por direcionar as ações de acordo com o índice de infestação do mosquito em cada bairro.

Danylo Alvares – Assessoria CMTU

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