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Iniciativa busca levar informações para que as mulheres possam identificar que tipo de relacionamento amoroso estão vivendo

Durante essa semana, a Secretaria Municipal de Política para as Mulheres (SMPM) está realizando uma campanha  para abordar a relação amorosa saudável e a tóxica/abusiva. O objetivo é levar informações para que as mulheres possam identificar que tipo de relacionamento estão vivendo, independentemente do tempo da relação.

De segunda-feira (7) até quinta-feira (10) serão publicados diversos posts, no Instagram e Facebook da SMPM, sobre o tema, antecedendo o Dia dos Namorados, celebrado no dia 12 de junho. Os informativos também serão encaminhados nos grupos de WhatsApp das mulheres que a secretaria acompanha. “A construção das peças publicitárias foi pensada em equipe, ouvindo relatos de mulheres, que vivem relacionamentos abusivos. Tentamos resgatar as frases, para que outras pessoas possam se identificar e perceber se estão em um relacionamento saudável ou não”, explicou a secretária da pasta, Liange Doy Fernandes.

Na quinta-feira (10), às 14h, haverá uma roda de conversa sobre relacionamento saudável e o abusivo, transmitida pela plataforma Google Meett (clique aqui para acessar o link). A iniciativa será mediada pela psicóloga da SMPM, Lisnéia Rampazzo. Segundo ela, todas as mulheres acima de 18 anos, que têm interesse de conversar a respeito, podem participar. Contudo, há um limite de vagas.

“A ideia é que haja uma participação bem ampla. Nosso objetivo é que possamos, com a troca de informações e com o relato de experiências, ter um outro olhar sobre o que é um relacionamento saudável, permitindo que as mulheres reflitam se aquele que elas têm está realmente fazendo bem”, apontou Rampazzo.

A psicóloga informou, ainda, que muitos relacionamentos amorosos, em pouco tempo, já mostram sinais de que vão caminhar para relações abusivas. “Muitas vezes, com um mês de namoro, por exemplo, o namorado já começa a se apresentar agressivo. Por isso é importante estar atenta aos sinais para identificar esse tipo de situação”, afirmou.

NCPML

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