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Secretaria Municipal de Gestão Pública recebeu o grupo vindo de Maringá para troca de experiências e informações

Ontem (13), a Secretaria Municipal de Gestão Pública recebeu uma comitiva de Maringá, com servidores municipais e técnicos do Sebrae, que veio a Londrina para conhecer os trâmites de licitações e compras locais, que são desenvolvidas em meio virtual. O objetivo principal era debater o Sistema Eletrônico de Informação (SEI), ferramenta utilizada em Londrina há vários anos e que está sendo implementada em Maringá recentemente.

Com esse intuito, a equipe da Diretoria de Gestão de Licitações e Contratos (DGLC) conduziu a apresentação na Sala de Licitações, durante a tarde de hoje. Na ocasião, o grupo de Maringá pode tirar várias dúvidas, enquanto os servidores de Londrina explicaram o fluxo de licitações pelo SEI, o pregão por videoconferência, o incentivo às empresas locais para que concorram nas compras públicas (Programa Compra Londrina), e outros tópicos.

Segundo o secretário municipal de Gestão Pública, Fábio Cavazotti, Londrina e Maringá vêm trocando várias experiências nas áreas de compras públicas. “Recentemente, estivemos em Maringá para visitar o Centro Logístico, já que estamos construindo nossa solução para esta área. E hoje, recebemos representantes de Maringá que queriam conhecer nossos processos licitatórios e o programa de compras locais, o Compra Londrina. São áreas em que Londrina se destaca pela transparência e inovação. Visitas como essa reforçam que estamos no caminho certo e servindo de referência para vários outros municípios”, frisou.

Conduzindo a apresentação das atividades realizadas em Londrina, a diretora de Gestão de Licitações e Contratos, Luciana Leite Bastos Monteiro, reforçou que os dois municípios mantêm um diálogo continuo para troca de ideias, principalmente com a implantação da nova Lei de Licitação.

A comitiva de Maringá incluiu servidores que atuam nas áreas de licitação, contratos, Tecnologia da Informação, compliance e compras locais. “Eles vieram para saber mais do nosso dia a dia, conhecer nossa divisão interna regimental, como funciona o fluxo processual de licitação e contratos no nosso Município, e como é a estrutura e função do nosso programa de compras locais. Essa troca de ideias é bem interessante”, disse a diretora da SMGP.

Para a diretora de Licitações da Secretaria de Compras e Logística de Maringá, Kelly Henrique dos Santos, foi uma visita muito importante e produtiva. “A troca de experiências e a interação entre Maringá e Londrina visa melhorar a entrega dos nossos serviços públicos a partir do que vimos aqui”, citou.

A diretora visitante complementou que o grupo aprendeu bastante e levará muito conhecimento para implantar no setor. “Ver a experiência de Londrina na implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), no processo de licitações, o avanço tecnológico, o Programa Compra Londrina e a estrutura administrativa trouxeram um conjunto de informações muito relevantes para a Prefeitura de Maringá”, afirmou.

Junto com o grupo de servidores, estava o consultor credenciado do Sebrae de Maringá, Mateus Ferreira, para política de compras públicas. O consultor mostrou interesse especial nos estudos da Prefeitura de Londrina, realizados pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) sobre o impacto na economia a partir de compras de produtos e serviços com empresas locais.

Desde o começo do ano, a Prefeitura promove licitações exclusivas para participação de pequenas empresas de Londrina e da região.

O estudo da UEL mostrou que a cada R$ 53,5 milhões em compras com empresas locais, há uma geração estimada de até 401 empregos e a permanência de R$ 8,5 milhões em salários para os trabalhadores de Londrina. Os recursos usados nas licitações também mostraram que potencialmente geram até 165 micros e pequenos negócios na cidade. “Quanto mais local se compra, mais a cidade se movimenta economicamente. É o que demonstramos para a Prefeitura de Maringá com base em dados que poucas cidades no país têm”, afirmou o coordenador do Programa Compra Londrina, Marcelo Frazão.

Após conhecer os processos eletrônicos e como funciona o Compra Londrina, Ferreira disse que observar um case como a Prefeitura de Londrina dá o impulso que Maringá e outras cidades precisam para avançar. “Para mim, o que ficou claro é que Londrina tem um formato de licitação inovador no Paraná. É uma mudança de visão sobre o que significa uma licitação: vai muito além de apenas garantir a compra eficiente do que o poder público precisa. A política de licitações da Prefeitura de Londrina é organizada e gera emprego, renda e ajuda a investir nas empresas da cidade”, finalizou.

Juliana Gonçalves e Marcelo Frazão/NCPML

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