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A juventude de Londrina volta as ruas nesta quinta-feira, 30, em defesa da educação e contra a reforma da previdência. Um grande ato será realizado a partir das 16h, com início no Calçadão (Em frente as Pernambucanas), seguida de passeata a partir das 19h. O protesto atende a convocação da União Nacional do Estudantes (UNE) e em Londrina está sendo organizado pelo Levante Popular da Juventude em parceria com o Diretório Central dos Estudantes da UEL (DCE), grêmios estudantis, centros acadêmicos, secundaristas do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e demais coletivos cidade.

No início deste mês, o ministro Abraham Weintraub anunciou um corte de 30% nas verbas de custeio de escolas e universidades da educação infantil até a pós-graduação. No dia 15 de maio, mais de um milhão de pessoas participaram dos atos promovidos pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e diversos movimentos sociais.

De acordo com o representante do Levante Popular da Juventude, Fernan Silva, a manifestação em Londrina terá várias atividades, como oficinas, panfletagens e conscientização da comunidade." Queremos dialogar com a população e mostrar que, investir em educação, significa investir no futuro do país. Também estaremos questionando a reforma da previdência por entender que ela ataca os direitos dos trabalhadores e prejudica os mais pobres", declarou.

Para a presidente do DCE, Cristina Nunes Maia, a expectativa para amanhã é que o ato seja maior do que no dia 15 de maio quando a juventude colocou mais de cinco mil estudantes nas ruas para protestar contra os cortes da educação. "Vamos lutar contra o sucateamento e a privatização das universidades. Estamos organizados com várias frentes nesta luta que também é contra a reforma da previdência por entender que seremos prejudicados e corremos o risco de nunca aposentar", destacou a estudante.

Para o presidente da APP Sindicato Londrina, professor Márcio André Ribeiro: “as mobilizações são fundamentais na luta em defesa da Educação da Pública e da Previdência, e por isso, é fundamental a participação dos trabalhadores e trabalhadoras da educação nos atos com os(as) estudantes no dia 30 de maio e na greve geral do próximo 14 de junho”.

Elsa Caldeira/Asimp

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