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Um problema já conhecido e que ainda gera dor de cabeça aos moradores do jardim Ana Terra.

No final da rua São Benedito, até os fundos da transportadora Seara, são quase 1 km de lixo espalhado por uma estrada de terra.

Antes o lixão era até maior, alguns caminhões de entulho foram retirados, porém esse serviço, que era pra ser continuado e finalizado em fevereiro de 2019, foi encerrado sem mais nem menos.

O lixo acumulado está sendo “encoberto” pela vegetação, o que “mascara” ainda mais o problema. São materiais tóxicos e de extrema agressão ao meio ambiente. Além de diversos pneus que estão acumulando água e senda uma verdadeira “festa” para o mosquito da dengue. Lembrando que no local está a nascente do rio Pateó II.

O vereador Vilson Bittencourt está acompanhando desde sempre esse impasse, e vai em busca de soluções para cessar de vez o problema. 

“Estamos lutando já data de uns 3 ou 4 anos. Uma série de reuniões foram feitas com o poder público para que alguém assumisse a responsabilidade. O trabalho começou mas foi interrompido, vamos buscar saber os motivos dessa paralização para que o trabalho volte” explica Vilson.

Para o vereador, é importante que esse trabalho seja retomado o mais rápido possível.

“É importante que isso seja feito rápido. Estamos em uma localidade que está próxima de nascentes de rios, além de produtos descartados que prejudicam a natureza. É preciso investir para que a limpeza seja concluída”, conta.

Morador do bairro há 30 anos, Idalino Martins lembra que viu o lixão se iniciar e desde então “briga” para que esse mal enfim acabe. Ele espera uma maior atenção dos responsáveis para o bairro. “Eu vi esse lixão começar, e depois de muita insistência uma parte foi limpa, mas já faz tempo que o serviço parou e não foi retomado, isso é um mal para todo nosso bairro. Gostaríamos que poder público pudesse dar uma atenção ainda maior para nosso bairro, com esse descaso acabamos com muito prejuízo , diz.

 

Vilson Neves mora há poucos metros do lixão. Ele sentiu e muito a presença do lixão, já que a rua praticamente desapareceu. “Tem dias que o mau cheiro é intenso. Aqui a rua era movimentada, e depois que esse lixão começou a rua ficou “morta”. O maior prejuízo pra nós é a dengue, é nítida a quantidade de pneus ali. É realmente muito triste”, conta Vilson.

O jornal União entrou em contato com a CMTU e Sema, mas por enquanto não obteve retorno.

Reportagem: Henrique Reis/JU

Fotos: Editora Camargo LTDA

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