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Londrina concorre no Compras Públicas Governamentais com mais 19 cidades; vencedor será revelado em Brasília.

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, e o Programa Compra Londrina estão na final nacional do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor (PSPE).

O vencedor será revelado em cerimônia nesta quarta-feira na sede central do Sebrae em Brasília. Londrina concorre com outras 19 cidades na categoria Compras Públicas Governamentais. Como o prefeito venceu a etapa do prêmio paranaense no fim de abril, Londrina foi classificada para a etapa brasileira.

Disputam com Londrina, na mesma categoria, as cidades de Maceió (AL), São José do Ribamar (MA), Barcarena (PA), Cantagalo (RJ), Nova Lima (MG), Farroupilha (RS), Colinas do Tocantins (TO), Bom Jesus (RN), Chupinguaia (RO), Amapá (AP), Naviraí (MS), Campo Verde (MT), Caracaraí (RR), Dores do Rio Preto (ES), Juazeiro do Norte (CE), Cabaceiras (PB), Água Branca (PI), Timbó (SC) e Nossa Senhora das Dores (SE).

O Programa Compra Londrina orienta e incentiva empresas locais a disputar contratos com governos. O Programa é composto por um comitê formado pela Prefeitura, Sebrae, Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL) e Observatório de Gestão Pública (OGPL). Mais recentemente, Sercomtel, UEL, CMTU, COHAB e Câmara de Vereadores de Londrina também se integraram à iniciativa.

“Assumi o compromisso de implantar o programa Compra Londrina antes mesmo do início do meu mandato, quando entidades da sociedade civil me apresentaram a ideia, durante a campanha. O programa está em curso há quase dois anos e tem impacto positivo para a economia. A maior prova é que em um ano o Compra Londrina aumentou em R$ 50 milhões a injeção de recursos na prefeitura na economia local, através dós negócios feitos com empresas da cidade – um dinheiro que antes ia para outras regiões. E o potencial de crescimento ainda é enorme”, aponta o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati.

“Estar entre as cidades brasileiras com melhores práticas em compras públicas já é um reconhecimento para Londrina, além de uma oportunidade incrível de conhecer as outras experiências. O Compra Londrina reflete a importância que o tema tem para o desenvolvimento da cidade, para o aumento de competitividade e da credibilidade nas licitações da Prefeitura”, afirma Fábio Cavazotti, secretário de Gestão Pública.

Na Prefeitura, o Programa criou um ambiente de negócios favorável às empresas, abrindo as portas das compras públicas aos negócios locais. Nenhuma empresa precisa conhecer sobre como funciona uma licitação: a Sala do Programa Compra Londrina tem servidores especializados em ensinar do passo zero qualquer negócio que pretenda disputar compras públicas.

Nas licitações do Município, não há barreiras para empresas de outras cidades. No entanto, todas as orientações, consultorias, cursos e palestras têm como público-alvo as empresas de Londrina. O programa mantém um site exclusivo (www.compralondrina.com.br) onde as empresas locais podem se cadastrar e receber informações – por e-mail e SMS – sobre os editais abertos nos órgãos participantes. Além disso, o Compra Londrina tem uma página no facebook (www.facebook.com/compralondrina) com transmissões ao vivo de encontros e notícias em linguagem acessível sobre as compras abertas nos órgãos.

Antes e depois

Antes do programa existir dentro da Prefeitura, apenas cerca de 16% dos contratos de serviços, obras e compras de produtos, assinados pelo Município, eram realizados com empresas locais.

Com as abordagens do Compra Londrina, 2018 fechou com quase 40% dos contratos com empresas da cidade. Dos R$ 197,4 milhões investidos em compras de produtos e serviços pela Prefeitura no ano passado, R$ 79,1 milhões (40,07%) foram negociados com empresas de Londrina.

Em 2018, 29 empresas de Londrina que nunca disputaram licitações fecharam negócios com a Prefeitura. Por mês, três empresas “novatas” em negociar com o poder público assinam contratos para fornecimento com a municipalidade.

Com mais empresas interessadas nas licitações, os preços pagos também caíram. De 2018 a 2019, um estudo do Núcleo Interdisciplinar de Gestão Pública da UEL apontou economia de R$ 8 milhões nas compras dos mesmos itens, de um ano para outro.

NCPML

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