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O Aeroporto de Londrina/Governador José Richa (PR) encerrou 2018 com alta na movimentação de passageiros. Foram 968.063 viajantes, entre operações de embarques e desembarques, 10% a mais que os 880.429 passageiros registrados em 2017. O movimento também foi 5% superior ao aferido em 2016, quando viajaram pelo terminal paranaense cerca de 920 mil pessoas.

O superintendente do aeroporto de Londrina, Ademir Gauto, atribui a alta na movimentação de passageiros a fatores como “a retomada do crescimento da economia, bem como a redistribuição da malha aérea para horários que se mostraram mais atrativos, além do acréscimo de frequência da empresa LATAM para Guarulhos e Congonhas”.

O gestor lembra ainda que, em 2017, entrou em operação a nova sala de embarque do terminal, que teve investimento de R$ 3,6 milhões, e ampliou a capacidade do aeroporto de 2,2 para 3,1 milhões de passageiros por ano. “São quatro portões de embarque, 400 assentos, um novo conjunto de inspeção de segurança, sanitários, além de áreas para exploração de atividades comerciais e outros negócios”, acrescentou.

O sítio aeroportuário de Londrina tem 727 mil metros² e o terminal de passageiros 5.820 m². Passageiros encontram mix comercial variado, com lanchonetes, restaurante, choperia, chocolateria, delicatessen, lojas de malas e bolsas, souvenirs, revistaria, serviço de proteção de bagagem, locadoras de veículos, agências de turismo, cosméticos artesanais, serviço de caixas eletrônicos e estacionamento de veículos.

Atualmente, três companhias aéreas (Azul, Gol e Latam) operam voos que ligam Londrina a sete destinos nacionais - São Paulo, Guarulhos e Campinas (SP), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Brasília (DF) - e muitos outros através de conexões.

O Aeroporto Governador José Richa também conta com o sistema ELO. São três conectores climatizados que fazem a interligação dos embarques e desembarques com as aeronaves. Com 100% de tecnologia nacional, a ferramenta, se diferencia das pontes de embarque (fingers) por estabelecer uma ligação com a aeronave a partir de uma passarela em solo que apresenta duas opções para chegar à porta do avião: por escada ou por um elevador, com capacidade para 225 kg, para uso de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.

A tecnologia segue o conceito de sustentabilidade e, de acordo com os princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, é adequada a aeronaves como o Boeing 737-800 e o Airbus 320, comumente utilizadas pelas companhias aéreas brasileiras, nos quais a porta de desembarque fica a uma distância de 2,5 metros a 3,5 metros do solo.

Asimp/ Infraero

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