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Objetivo é fornecer dados e elementos para o Governo Federal, para que o empreendimento obtenha a melhor classificação técnica e de investimentos possível

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, instituiu um Grupo de Trabalho (GT) para acompanhar o processo de concessão e garantir a posterior realização de investimentos e obras para o Aeroporto Governador José Richa. O processo de privatização é coordenado pela Secretaria de Aviação Civil do Governo Federal. Uma das atribuições do grupo é fornecer dados e elementos para o Governo Federal, para que o empreendimento obtenha a melhor classificação técnica e de investimentos possível, na perspectiva de infraestrutura indutora do desenvolvimento regional. O prefeito destacou que o projeto de concessão do Aeroporto não pode ser de um governo, de uma administração, mas de toda a cidade de Londrina.

“As entidades, associações, segmentos políticos e empresariais se uniram para trabalhar para viabilizar este grande projeto de expansão do aeroporto. Nosso objetivo é mudar o patamar de nosso aeroporto, por meio da implantação de uma pista maior e aumento do sítio aeroportuário, com capacidade para transporte de cargas. Isso trará mais qualidade para as pessoas que utilizam o equipamento e vai ser um grande catalizador de desenvolvimento da cidade de Londrina”, afirmou.

O processo de concessão do aeroporto de Londrina está em curso, pelo Governo Federal, e está sendo feito em Blocos. Londrina está inserida no Bloco Sul, junto a outros oito aeroportos: de Curitiba, Foz do Iguaçu e Bacacheri, no Paraná, Navegantes e Joinville, em Santa Catarina, e Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul. A publicação do edital de licitação está prevista para o segundo semestre de 2020 e a previsão é de que o aeroporto já esteja com o novo concessionário no primeiro trimestre de 2021.

O estudos preliminares apontados pela Secretaria de Aviação Civil indicam que o contrato com o novo concessionário deve ser de 30 anos e a previsão inicial de investimento em Londrina é de cerca de R$ 200 milhões. O chefe de Gabinete da Prefeitura, Tadeu Felismino, explicou que a primeira avaliação das autoridades federais manteve o mesmo padrão que o Aeroporto de Londrina já tem. “Eles querem manter a pista de aproximadamente 1.700 metros, contudo, dentro da visão de desenvolvimento regional, a cidade gostaria que este aeroporto mudasse de status, principalmente com o aumento da pista, já que Londrina tem um área privilegiada para expansão”, disse

Segundo Tadeu, uma das proposta do GT é aumentar o sítio aeroportuário e dobrar a pista para 3.500 metros. “Teríamos menos restrições à construção civil em Londrina, por causa da zona de aproximação. A área de aproximação principal seria pelo lado leste, o que hoje não é possível porque a pista terminaria praticamente na cidade. Este estudo já foi feito e entregue para as autoridades do Governo Federal e o documento já está nas mãos das empresas habitadas para fazer os estudos de viabilidade das concessões. Agora, vamos acompanhar este processo e gostaríamos que o aeroporto da cidade entrasse no processo com um investimento maior, com R$ 500 a R$ 700 milhões”, apontou.

O GT foi criado por meio do Decreto nº 1.137/2019, assinado pelo prefeito na manhã desta quinta-feira (16), em seu gabinete.Participam do GT, o ex-deputado federal Alex Canziani e representantes da prefeitura, do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (CODEL); Câmara de Vereadores; Universidade Estadual de Londrina (UEL); Sociedade Rural do Paraná; Federação das Indústrias; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae); Associação Comercial de Industrial de Londrina (ACIL); Sinduscon Paraná Norte, Folha de Londrina e Sindicato dos Corretores.

NCPML

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