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Encontro ocorreu na sexta-feira (23) e teve o objetivo de discutir parcerias no enfrentamento à violência contra este público

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) apresentou, na sexta-feira (23), o Ligue 180 a representantes da prefeitura municipal de Londrina (PR). O objetivo foi discutir a possibilidade de parcerias que apoiem a rede de proteção às mulheres. O prefeito Marcelo Belinati e a secretária municipal de Políticas paras as Mulheres, Liange Doy Fernandes, se reuniram com a coordenadora-geral do Sistema Integrado de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência do MMFDH, Vanessa Berbel.

 “Por meio deste tipo de encontro e da parceria que estamos debatendo é possível levar mais conhecimento sobre os serviços prestados pelo Governo Federal e sobre os direitos das pessoas. Com isso, viabilizamos ainda mais o acesso deles aos canais de denúncias, para que ninguém esteja sofrendo qualquer violência sem receber o apoio do Estado”, disse a coordenadora.

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, afirma que pretende fechar acordo com o Governo Federal para implementar ações que ajudem a reduzir a violação de direitos humanos. “É nosso papel nos organizarmos no sentido de combater a violência contra a mulher e dar apoio às vítimas. Por isso, estamos abertos a implementar, cada vez mais, em Londrina, ações e mecanismos que tenham este objetivo”, destacou.

Os serviços

Gerenciada pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH/MMFDH), a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 presta uma escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência. O serviço registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes, além de fornecer informações sobre os direitos da mulher. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Além do telefone, o canal também presta atendimento pelo aplicativo DH Brasil, pelo número de WhatsApp (61) 99656-5008, e pelo chat do site Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

 “Além de prestar o serviço ao cidadão, também somos um importante canal para os gestores públicos. Quem faz a gestão das políticas públicas tem, na Ouvidoria Nacional, um registro e um retrato do cenário de violência na sua localidade. Nós disponibilizamos o painel de dados da Ouvidoria Nacional, onde é possível encontrar o perfil das vítimas, dos suspeitos e os tipos de violação, de acordo com cada município”, concluiu Berbel.

Ascom/MMFDH

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