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Intenção foi debater em conjunto soluções para o alagamento na área da Rua Joaquim de Matos Barreto e para o esgotamento sanitário das casas que ficam próximo ao lago

Ontem (14), os moradores do Jardim Maringá estiveram em reunião com representantes da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), com o secretário municipal de Obras e Pavimentação, João Verçosa, e representantes da Secretaria Municipal do Ambiente (Sema), do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (IPPUL) e da Câmara de Vereadores de Londrina.

O pedido para a reunião partiu da Câmara de Vereadores em conjunto com os moradores do Jardim Maringá para se debater soluções à questão do alagamento na área da Rua Joaquim de Matos Barreto e para o esgotamento sanitário das casas que ficam próximas ao Lago Igapó, que não contam com a rede da Sanepar.

De acordo com o secretário de Obras e Pavimentação, faz tempo que está sendo estudado pela Sanepar uma solução para estes desafios. Porém, a expectativa, é que até 2020 seja executada a rede de esgotamento no local, pois para isso é preciso que se faça antes uma elevatória de esgoto na esquina da Rua Joaquim de Matos com a Avenida Maringá. Os projetos estão sendo desenvolvidos pela Sanepar.

A Prefeitura de Londrina elaborou um termo de referência para a contratação de estudos técnicos do Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDU), que será financiado pelos recursos do Fundo Municipal de Saneamento Urbano do Município. Com o termo de referência concluído, agora a fase é de formação de preço e até o final do mês, deverá ser encaminhado para licitação. A expectativa é que a contratação do trabalho seja finalizada até o final do ano, para que a pesquisa comece em 2019.

Segundo Verçosa, o estudo vai embasar as soluções que serão tomadas em todo o  Município. “O Plano Diretor de Drenagem Urbana inclui o cadastramento da rede de galerias pluviais existentes e vai indicar a capacidade de absorção do volume de água na zona urbana da cidade. Essa estrutura impacta diretamente nas bacias e tem causado adversidades como as sofridas por estes moradores. A partir deste estudo será possível propor medidas para sanar este e outros problemas causados pelas chuvas”, explicou.

Grande parte das dificuldades obtidas em períodos com fortes chuvas deve-se ao inchaço do território urbano, em especial na região da Gleba Palhano e adjacências, o que impacta diretamente no Lago Igapó, já que os resíduos levados pelas temporais contribuem para o assoreamento do mesmo. Para solucionar este problema, o Plano de Macrodrenagem vai envolver todo o cadastramento da rede de galerias do Município, a capacidade de absorção do volume de água na zona urbana da cidade, a impermeabilização do entorno e o impacto direto nas bacias hidrográficas daqui e da região. Uma das sugestões que o documento pode trazer refere-se às medidas de desassoreamento do Lago Igapó.

Ana Paula Hedler/NCPML

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