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Com financiamento pelo BID, o custo estimado é de R$5,6 milhões

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) abre hoje,  os envelopes com as propostas das empresas interessadas na elaboração do projeto de engenharia de restauração e duplicação da PR-445, entre Irerê e Mauá da Serra, com extensão de 49 quilômetros e 700 metros.

O orçamento está estimado em R$ 5,6 milhões para o projeto de engenharia.  O financiamento é pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)  e segue as regras da instituição.

A licitação de restauração e duplicação da PR-445 entre Irerê e Mauá da Serra acontece na modalidade Seleção Baseada na Qualidade e Custo (SBQC), em que empresas pré-selecionadas são convidadas a apresentar propostas técnicas e de preço. As propostas foram entregues em envelopes lacrados diretamente no DER/PR, em Curitiba, até o final da tarde da segunda-feira (2).

Podem participar seis empresas pré-selecionadas pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Duas brasileiras (Engefoto e Consórcio Prodec Unidec); duas portuguesas (Consórcio Viaponte Concresolo e Consórcio Cobba Engevix) uma espanhola (Consórcio Engecorps Typsa-Logit) e uma israelense (Consórcio TNM Astec).

No caso das propostas técnicas são avaliados três critérios: experiência prévia da empresa, qualificação dos profissionais participantes na elaboração do projeto e plano de trabalho. Depois dessa fase, ainda sem prazo definido para ser concluída, cada empresa recebe uma nota. Depois acontece a abertura dos envelopes com as propostas de preço. O critério é o menor valor oferecido. A previsão é concluir a licitação até março.

O projeto será dividido em dois subtrechos e deverá ser executado por uma única empresa. O subtrecho 1, que vai da entrada da BR-376 de acesso a Mauá da Serra à entrada de acesso à Lerroville, com extensão de 26,8 km; e o subtrecho 2, que começa após o acesso à Lerroville ao início da duplicação (km 50), e extensão de 22,9 km.

Edital

O projeto de engenharia deverá conter estudos de tráfego, estudos geológicos, estudos de segurança de trânsito, estudos hidrológicos e hidráulicos, estudos topográficos, estudos geotécnicos, estudo de estabilidade de taludes, estudo de interferências, avaliação funcional e estrutural do pavimento, projeto geométrico, projeto de interseções, retornos e acessos, projeto de terraplenagem, projeto de drenagem e OAC.

São obrigatório também o projeto de obras de arte especiais, projeto de restauração do pavimento existente e implantação de novos pavimentos, projeto de fundações de aterros e de OAE, projeto de sinalização, projeto de paisagismo, projeto de obras complementares, projeto de estabilização de taludes, plano de controle ambiental, inventário florestal, projeto de desapropriação e cadastro socioeconômico, plano de execução da obra e orçamento.

Em andamento

A duplicação da PR-445, entre Londrina e Irerê, está em andamento, em uma extensão de 15,28 quilômetros. O investimento é de R$ 93,6 milhões, com previsão de término em outubro do ano que vem.

Comissão de Infraestrutura

Criada em julho de 2017, a comissão reúne entidades da sociedade civil organizada com o  objetivo de definir as obras prioritárias para Londrina e região, assim como cobrar e acelerar obras e projetos prioritários para a expansão econômica da região norte.  Por meio do trabalho da comissão foram conquistadas importantes obras de infraestrutura e logística, como a duplicação da PR-445, entre Londrina e Irerê, uma antiga reivindicação regional que está em andamento; a conclusão do novo traçado do projeto do Contorno Norte (em 3 etapas), e as três passarelas na PR 445, em Cambé e Londrina. A Comissão atua também para viabilizar as obras dos viadutos Bratislava, em Cambé, e Grêmio (na Angelina Ricci Vezozzo), em Londrina. 

Atualmente  integram a comissão deputado Tiago Amaral, Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), Sociedade Rural do Paraná (SRP), Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL), Sinduscon Norte, Sindimetal, Grupo Folha de Comunicação, Associação das Empresas do Polo Industrial de Cambé (AEPIC) e Associação Médica do Londrina. Recentemente, a OAB e o CREA também se uniram à comissão.

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