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João Verçosa participou de sessão remota da Câmara de Londrina e fez um balanço da construção

Durante a sessão ordinária remota de ontem (7) da Câmara de Londrina, o secretário municipal de Obras e Pavimentação de Londrina, João Verçosa, garantiu que o viaduto da Avenida Dez de Dezembro, ao lado da rodoviária, deve ser liberado para o trânsito até sexta-feira da semana que vem. O convite ao secretário foi realizado pelo vereador Amauri Cardoso (PSDB), por meio do requerimento nº 87/2020.

A obra do viaduto tem 21.785,98 metros quadrados e é realizada pela Hejos Construções Civis Ltda, de Maringá, com custo total atualizado, incluindo os aditivos contratuais, de R$ 18.185.085,93. A ordem de serviço para início do trabalho foi emitida em 24 de agosto de 2018. A data inicial para entrega do viaduto era 17 de novembro de 2019, contudo, foram feitos quatro aditivos contratuais para ampliação do prazo. A previsão mais recente é entregar a obra no próximo dia 17 de julho.

Conforme o secretário João Verçosa, a estrutura está praticamente concluída, restando a finalização de uma das rampas de acesso, ao lado da rodoviária. Isso, segundo ele, deve ocorrer no prazo, porém também será necessário fazer a pintura nas laterais do viaduto, o que não estava previsto inicialmente. “Eu acredito que consigamos liberar o trânsito do viaduto na parte superior até o dia 17, se não tivermos problemas. Vai ficar faltando a finalização da pintura e a instalação de luminárias, porque a empresa teve atraso no fornecimento”, justificou.

O vereador Péricles Deliberador (PSC) questionou se haverá redutor de velocidade nas proximidades do viaduto. O secretário de Obras afirmou que não há necessidade, porque o limite de tráfego no local é de 50 km/h. “É uma obra bem sinalizada. Não temos dúvida de que teremos segurança em relação ao trânsito. Anteriormente tínhamos grandes congestionamentos e, agora, vamos ter fluidez”, respondeu.

Em relação às críticas sofridas pelo fato de o viaduto ter uma curvatura no seu ponto mais alto, João Verçosa afirmou que essa foi uma alternativa encontrada na elaboração do projeto para evitar desapropriações de imóveis vizinhos. “Se tivesse feito o viaduto reto, teria que fazer uma desapropriação da lateral direita, a partir do posto de gasolina da [Avenida] Theodoro Victorelli até pouco mais à frente da rodoviária, para que se pudesse encaixar uma pista elevada. Quando foi feito o projeto, tomou-se a decisão de se fazer da forma como está sendo realizada”, argumentou.

Trincheira da Leste-Oeste

Amauri Cardoso (PSDB) perguntou sobre o andamento do projeto para a construção da trincheira da Avenida Leste-Oeste com a Rio Branco. Segundo João Verçosa, o projeto está finalizado e o município aguarda aval da Caixa Econômica Federal, financiadora da obra, para abrir o processo licitatório. Conforme o secretário, a rotatória entre as avenidas é um dos pontos mais críticos do trânsito londrinense e a trincheira deve desafogar o tráfego no local.

Terminal do Vivi

O vereador Junior Santos Rosa (Republicanos) questionou se na construção do novo terminal de transporte coletivo do Conjunto Vivi Xavier, na zona norte de Londrina, também está prevista a duplicação de um trecho da Rua Joubert de Carvalho. João Verçosa explicou que o projeto contempla a construção de pista dupla somente ao lado do terreno do terminal e da igreja vizinha. No trecho posterior, segundo Verçosa, seria preciso desapropriar terrenos, mas não há previsão para isso ocorrer.

Mão de obra

Ailton Nantes (PP) perguntou se a pandemia da covid-19 interferiu na atuação dos servidores públicos da Secretaria de Obras. O secretário explicou que aproximadamente 30% dos servidores estão afastados, por serem do grupo de risco. Além disso, há uma determinação de corte de gastos de horas extras. Desta forma, segundo ele, as prioridades estão sendo revistas. Já em relação aos contratos com empresas terceirizadas, conforme João Verçosa, não houve prejuízos, visto que somente engenheiros estão em grupo de risco e eles estão atuando de casa.

Asimp/CML

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