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Os servidores da UEL aprovaram em assembléia, ontem, 27, por unanimidade, a paralisação dos serviços no campus da universidade e no Hospital Universitário (HU) para a próxima segunda-feira, dia 29.  A paralisação vai ocorrer em protesto  contra o Governo do Estado que já afirmou que não vai pagar a data-base da categoria que está com seus salários congelados  há três anos.

Para o presidente da Assuel, Arnaldo Mello  a aprovação unânime da paralisação mostra que os servidores estão revoltados com a atitude do governo que se nega a pagar a data base. “ A defasagem nos salários já passam de 17%. O governador Ratinho Junior sempre foi contra a postura de Beto Richa e Cida Borgueti que não pagaram a data-base e  agora faz os mesmo que os outros governadores. O servidor não agüenta mais calote”, declarou.

A Assuel vai enviar em caravana para Curitiba no dia 29 com 44 pessoas para participar do protesto na capital contra o não pagamento da data-base. O ato também vai lembrar do massacre de 29 de abril de 2015 quando o ex-governador Beto Richa  autorizou o bombardeio nos servidores com objetivo de  pegar  os recursos da previdência dos servidores.

“ Este ato será o inicio das atividades contra a postura do estado. Neste dia, o  Fórum de Entidades Sindicais (FES) deverá se reunir com representantes do governo. Se não houver nenhuma proposta, estaremos nos organizando para uma possível greve”, informou.

Em audiência pública realizada esta semana na Assembléia  Legislativa do Estado (ALEP), o  economista  e assessor do FES, Cid Cordeiro, informou que o governo teve aumento na arrecadação nos últimos anos e tem recursos de sobra para pagar os salários atrasados, e o que falta é vontade política do governo para pagar a data-base.

Elsa Caldeira/Asimp/Assuel

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