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Hoje, dia 19 de junho, sábado, a Sociedade Rural do Paraná (SRP) completa 75 anos. A história da entidade e de Londrina e região se inter-relacionam em muitos acontecimentos. Nesta sua trajetória, a SRP fomentou o desenvolvimento regional e representou o agropecuarista em suas reivindicações, buscando a melhoria do segmento.

 “A Sociedade Rural do Paraná sempre esteve presente na luta pelos interesses de seus associados e vem aumentando sua participação com a união da maioria das entidades de classe da região metropolitana, lutando em prol de todos os interesses da comunidade, tanto na área municipal como estadual. Como exemplos temos as discussões sobre a majoração do IPTU, venda da Sercomtel, aumento e renovação dos contratos de Pedágio, entre outros”, diz o vice-presidente da SRP, Afrânio Brandão e complementa, “hoje somos reconhecidos, inclusive pela ministra Tereza Cristina como um dos maiores centros de TI do agronegócio no Brasil. Estamos caminhando juntos com a Embrapa, Sebrae, UEL, IDR- Paraná, em um programa tecnológico que nos causa muito orgulho”.

Nestes 75 anos, a entidade acompanhou a evolução de cada década, tanto sociocultural quanto tecnológica, agregando novos conhecimentos, compartilhando informações e gerando renda aos produtores.

Para o presidente do Conselho Superior, Marcelo Janene El Kadre, a SRP, por meio de suas várias atividades, aproxima o produtor com o que há de mais moderno em máquinas e tecnologia para aumentar a produtividade de maneira sustentável. “A postura da entidade em suas ações e decisões tornou-a uma importante fonte de referência em atividades fora do agronegócio, sendo sempre consultada e convidada a participar nas mais variadas ações para o desenvolvimento da região. Na minha opinião, a principal conquista destes 75 anos é a legitimidade da marca SRP”.

As mudanças impostas pelo isolamento social em decorrência da pandemia do Coronavírus mudaram todo um cenário nacional e internacional. O agro se manteve firme em produtividade, mas também sentiu os reflexos sociais e econômicos do isolamento. A Sociedade Rural do Paraná, mais uma vez, teve que se reinventar. A não realização do seu principal evento, a ExpoLondrina, refletiu tanto na comunidade como também na entidade.

Da fundação, em 1946 ainda como Associação Rural de Londrina, aos dias de hoje, a SRP se supera a cada dificuldade. O DNA inovador da entidade direcionou o Parque de Exposições Ney Braga, local da sede administrativa, para um caminho que vem percorrendo há mais de 20 anos desde que na ExpoLondrina de 1998 foi realizada a primeira RuralTech até o primeiro Hackathon em 2016.

Antônio de Oliveira Sampaio, presidente da SRP, argumenta que a Sociedade Rural tem se tornado referência para programas e projetos tecnológicos. “Hoje a SRP, em parceria com diversas entidades londrinenses, é um dos pilares do ecossistema do agro, com a Governança Agro, a instalação do primeiro Pólo Tecnológico do Mapa no Parque Ney Braga, a Aceleradora de Startups Go SRP, que faz parte do programa tecnológico SRP Valley.

E comenta: “muitas novidades vêm por aí, já temos no recinto Milton Alcover um estúdio híbrido, com transmissão mapeada, iniciando as atividades em parceria com a FB Eventos, Grupo Frezarim, Cast e Calion Group. Há um projeto em andamento da instalação de um Hub de Inovação no Parque, que movimentará o ecossistema regional e a próxima ExpoLondrina também trará novidades e inovações tecnológicas. Enfim, são 75 anos que nos deram uma base sólida para olharmos para o futuro, que promete ser promissor”.

Andrea Monclar/Asimp

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