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As vendas gerais tiveram alta de 9% no ano passado; além dos imóveis, o de motocicletas, com 9% também, foi destaque no relatório

O consórcio é uma modalidade que tem chamado a atenção dos brasileiros por ser uma boa opção de investimento para aquisição de bens. A modalidade segue aquecida em Londrina (PR), de acordo com o Consórcio União (www.consorciouniao.com.br), associado à BR Consórcios, que registrou aumento de 18% nas vendas de consórcios de imóveis em 2018 em comparação a 2017.

No geral, as vendas de consórcios em Londrina tiveram alta de 9% no ano passado. Além dos imóveis, o consórcio de motocicletas, com 9% também, foi destaque no resultado final. “Esses números são um termômetro de esperança para a economia brasileira nos últimos anos. A população está optando por mais segurança e estabilidade financeira, como é o caso dos consórcios”, explica Rafael Carraro, gerente regional do Consórcio União.

Segundo Carraro, a flexibilidade e a possibilidade de crédito sem a cobrança dos juros praticados pelo financiamento tradicional têm atraído cada vez mais o consumidor. Além disso, no consórcio de imóveis o consorciado tem a possibilidade de usar o saldo do FGTS para dar lance ou aumentar o valor do crédito.

Outro benefício é que a carta de crédito dá o poder de negociar a aquisição do bem à vista, o que traz mais poder na transação. Isso torna a modalidade uma boa oportunidade de investimento para a pessoa física. “Estamos mais próximos ao consumidor para que ele possa fazer o planejamento da sua família, aproveitando oportunidades como o FGTS, a flexibilidade desse investimento, o parcelamento integral do valor sem a necessidade de uma entrada, entre outros”, explica o executivo. “O consórcio também funciona como um agente educador em comportamento financeiro. O brasileiro, de forma geral, aprendeu a sobreviver nas crises e encontrou no sistema uma ferramenta para construir seu patrimônio de forma mais segura e promissora”, completa.

Como funciona o consórcio

Carraro explica que hoje o consórcio no geral é composto de taxa de administração (custo operacional para a administradora administrar os grupos, formação de assembleias, entrega de bens, entre outras atividades), fundo de reserva (utilizado para suprir a inadimplência do grupo) e o seguro de vida (que cobre morte ou invalidez permanente do consorciado). Os grupos de consórcios reúnem pessoas físicas ou jurídicas, promovidas exclusivamente por uma administradora credenciada pelo Banco Central, com prazo de duração previamente estabelecido, com a finalidade de propiciar a seus integrantes a aquisição de bens móveis, imóveis e serviços, por meio de autofinanciamento.

Carraro ainda diz que, geralmente, as pessoas afirmam que tentam poupar mensalmente para adquirir um bem ou serviço. Porém, na prática, o que ocorre na maioria das vezes, é destinar esses recursos para outras finalidades. “Por isso o consórcio é uma alternativa para quem quer comprar um veículo, imóvel, motos e até mesmo outros serviços como cirurgias plásticas, viagens e festas, mas não tem a quantia suficiente em mãos”, destaca o executivo.

Laís Araújo/Asimp

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