Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

Pioneiras no país, as empresas inovam mais uma vez no atendimento ao cliente

A Viação Garcia e a Brasil Sul, empresas do Grupo GBS, iniciaram ontem, 7 de junho, a venda de passagens online via criptomoedas. No país, serão as primeiras empresas de transporte de passageiros a aceitarem este sistema digital de moeda descentralizada como pagamento.

O grupo optou, em um primeiro momento, por utilizar  Bitcoins (BTC), a moeda virtual mais conhecida hoje no mercado. Segundo a direção, até julho, outras duas criptomoedas serão aceitas: a BitcoinCash e a  Litecoin.

“As criptomoedas representam mudanças nas relações financeiras. Facilitam a compra online. Muitas das operações econômicas e comerciais estão migrando para o mundo digital e no segmento do transporte rodoviário de passageiros não poderia ser diferente”, comenta o vice-presidente do Grupo GBS, Estefano Boiko Junior.

E complementa, “ainda são poucas as pessoas que utilizam este sistema de moeda virtual, mesmo assim estamos implantando esta inovação, que trará mais uma alternativa aos nossos clientes e é o que sempre buscamos, como quando iniciamos em 2005 a venda de passagens online. Na época também fomos pioneiros no País”.

Para adquirir passagens via bitcoins, o cliente acessa os sites das empresas Viação Garcia (www.viacaogarcia.com.br) ou Brasil Sul (www.brasilsul.com.br) e segue o processo normal de compra online. Na tela de opção de pagamento ele deverá fazer a escolha: pagamento em cartão ou bitcoin.

Ao escolher a opção bitcoin, o cliente deverá abrir sua carteira virtual e escanear o código que aparece na tela do site. Feito isso, é só confirmar e pronto, a compra foi realizada. O voucher será encaminhado ao e-mail do cliente confirmando o pagamento e também o comprovante para o embarque.

A Criptomoeda

As moedas virtuais, as criptomoedas, são uma tecnologia inovadora, que utiliza códigos difíceis de serem quebrados (criptográficos), armazenados em uma rede de usuários descentralizada e transparente (blockchains), o que significa que não há bancos ou outro tipo de instituição financeira regulatória.

Para utilizá-la o usuário tem que ter uma “carteira virtual”, onde serão armazenados os bitcoins (moeda virtual), que serão gerenciados pela internet através do computador ou celular. Cada usuário tem uma chave de segurança (senha) e a moeda virtual pode ser adquirida em reais através de uma plataforma específica de compra, de escolha do usuário.

Andrea Monclar/Asimp

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios