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A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Cambé iniciou esta semana o serviço de coleta de lixo reciclável com uma nova empresa terceirizada. O objetivo, segundo o secretário Claudiney Gloor e o diretor de projetos e ações ambientais, Paulo César de Godoy, é de melhorar a ampliar a coleta desses materiais a partir de um plano que visa estender o serviço gradativamente a todo o município. Atualmente, sete bairros são contemplados com a coleta de recicláveis.

O diretor de projetos e ações ambientais explica que anteriormente a empresa licitada operava apenas com o caminhão e o motorista. A coleta era feita pelo pessoal da Associação de Reciclagem de Cambé (Assarec). O contrato com a empresa atualmente contratada estabelece, além do caminhão e do motorista, que a coleta deve ser feita por funcionários treinados da prestadora de serviço.

“Com isso vamos melhorar a coleta nos bairros e gradativamente ampliar a área de atendimento”, afirma Paulo César de Godoy. “Ao mesmo tempo vamos deixar para a Assarec, que é uma entidade que atua com a reciclagem, apenas a responsabilidade de trabalhar na separação do que é recolhido”, acrescenta.

Nos bairros onde o serviço é executado os domicílios e estabelecimentos comerciais recebem os sacos plásticos para o acondicionamento dos materiais que podem ser reciclados. O plano de ampliação prevê a conscientização da população para que o fornecimento da sacaria seja também eliminado aos poucos. “Não é questão de economia, de redução de custos. Buscamos conscientizar as pessoas que o fornecimento de sacos plásticos contribuiu, na verdade, com o volume de materiais recicláveis”, diz Paulo César. “É mais um produto reciclável que se ajunta aos que o morador tem em sua casa e cuja destinação terá que ser verificada”.

Atualmente a central de reciclagem de Cambé está instalada em área urbana, na Rua Esperança. Mas está em fase de desembaraço do processo burocrático a transferência para área considerada periurbana, próxima do Estádio Municipal José Garbelini, onde a central funcionará distante de conglomerados urbanos e também de locais de cultivo ou de criações.

(Asimp/PMC)

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