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El miércoles 8 de abril, las representantes de la provincia de Misiones ante el Parlamento del MERCOSUR (PARLASUR), Cecilia Britto y Julia Argentina Perié, presentaron un proyecto en el que solicitan se tomen acciones junto a la Cancillería de su país para solicitar al gobierno de Brasil que reabra las compuertas de sus represas instaladas en las cuencas afluentes de los ríos Uruguay, Paraná e Iguazú.

El proyecto presentado recomienda al Consejo del Mercado Común (CMC) "instar a la República Federativa de Brasil a que arbitre los mecanismos legales pertinentes para la reapertura de compuertas", y de esta forma, "regular el caudal de agua, salvaguardando el derecho fundamental del acceso al agua".

Además, las Parlamentarias precisaron que articulaban acciones con la Cancillería argentina, ya que "existe la necesidad de encarar con urgencia y dedicación una verdadera política de estado para garantizar el derecho humano de acceso al agua potable".

En los fundamentos del Proyecto se busca "visibilizar y encontrar soluciones a la situación que se vive hoy en la provincia de Misiones, provocado por la escasez de lluvias desde mediados de 2019 y el presunto cierre de las compuertas de determinadas centrales hidroeléctricas brasileñas".

La histórica bajante de los ríos provoca inconvenientes con la potabilización del agua, "situación que también afecta a otras provincias de la República Argentina, por ejemplo, las que comparten el cauce del río Paraná", aseguran las autoras del proyecto.

Por causa de los escasos recursos hídricos en las cuencas de estos tres ríos se encuentran ciudades sin agua, puertos sin profundidad, represas con escasa generación como algunos de los daños ocasionados por la seca ocurrida en Brasil el verano pasado.

Estos cursos de agua muestran una bajante histórica, que provocó, entre otras cosas, que se "secaran" las Cataratas del Iguazú y que las ciudades misioneras de Puerto Iguazú y Jardín de América se quedaran sin provisión de agua potable, ya que las bombas están ubicadas ahora por encima del nivel del río.

Durante su última participación en el Congreso, el canciller de Argentina, Felipe Solá, manifestó que pedirá un informe a Brasil.

Solo en el Río Iguazú, que nace cerca de la ciudad brasileña de Curitiba, hay seis represas hidroeléctricas: Foz de Areia, Salto Segredo, Salto Santiago, Salto Osorio, Salto Caxias y Baixo Iguazú.

Con informaciones de BAE Negocios y El Cronista

Parlamentares argentinas pedem intervenção do Brasil para paliar falta de água

Na quarta-feira, 8 de abril, as representantes da província de Missões ante o Parlamento do MERCOSUL (PARLASUL), Cecilia Britto e Julia Argentina Perié, apresentaram um projeto no qual solicitam sejam tomadas ações em conjunto com a Chancelaria de seu país para solicitar ao governo Brasileiro que reabra as comportas das suas represas instaladas nas bacias dos rios Uruguai, Paraná e Iguaçu.

O Projeto apresentado recomenda ao Conselho do Mercado Comum (CMC) "instar à República Federativa do Brasil a que arbitre os mecanismos legais pertinentes para a reabertura de comportas", e desta forma, "regular o fluxo de água, salvaguardando o direito fundamental de acesso à água".

Ademais, as Parlamentares fizeram a precisão de que articulavam ações com a Chancelaria argentina, já que "existe a necessidade de encarar com urgência e dedicação uma verdadeira política de Estado para garantir o direito humano de acesso a água potável".

Nos fundamentos do Projeto se busca "visibilizar e encontrar soluções à situação que se vive hoje em dia na província de Missões, provocado pela escassez de chuvas desde mediados de 2019 e o suposto fechamento das comportas de certas centrais hidroelétricas brasileiras".

A histórica queda no nível dos rios provoca inconvenientes com a potabilização da água, "situação que também afeta outras províncias da República Argentina, por exemplo, as que compartilham o canal do rio Paraná", asseguram as autoras do projeto.

Por causa dos escassos recursos hídricos nas bacias destes três rios se encontram cidades sem água, portos sem profundidade, represas com escassa geração como alguns dos danos ocasionados pela seca ocorrida no Brasil no último verão.

Estes cursos de água mostram um baixo nível histórico, que provocou, entre outras coisas, que se "secassem" as Cataratas do Iguaçu e que as cidades missioneiras de Porto Iguaçu e Jardim de América ficassem sem provisão de água potável, já que as bombas estão posicionadas agora acima do nível do rio.

Durante sua última participação no Congresso, o chanceler da Argentina, Felipe Solá, manifestou que solicitará um relatório ao Brasil.

Somente no Rio Iguaçu, que nasce perto da cidade brasileira de Curitiba, há seis represas hidroelétricas: Foz de Areia, Salto Segredo, Salto Santiago, Salto Osorio, Salto Caxias e Baixo Iguaçu.

PARLASUL/Com informações de BAE Negócios e El Cronista

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