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Obras, que custaram R$ 15 milhões, estão sendo concluídas

Com a conclusão da obra do Sistema Guarani Norte, a Sanepar deve iniciar, na próxima semana, os testes para colocar em operação os dois poços perfurados na Vila Guarani, às margens do Ribeirão Jacutinga, na Zona Norte de Londrina. A água do Guarani é de ótima qualidade, só necessitando de correção do pH e de resfriamento. A produção de 200 litros por segundo aumenta em 10% a capacidade do Sistema de Abastecimento de Água Integrado Londrina-Cambé.

A água, extraída a 900 metros profundidade, passará pela estação de tratamento para reduzir o pH de 9,7 para 7,0; pelo sistema de desinfecção com cloro gasoso; e pela torre de resfriamento, para reduzir a temperatura da água de cerca de 50 graus centígrados para 27 graus. Depois entrará no reservatório de contato com capacidade para 500 metros cúbicos.

“O Sistema Guarani Norte assegura tranquilidade no abastecimento público de água até a conclusão da obra de duplicação do Sistema Tibagi”, explica o gerente geral da Região Nordeste, Paulo Kishima.
Foram investidos aproximadamente R$ 15 milhões, com recursos da Sanepar e da Caixa, através do Programa FGTS, desde a perfuração dos poços até a interligação ao sistema. “Faremos a distribuição da água do Guarani a partir dos reservatórios Semíramis, Norte e Vivi Xavier. Em primeiro plano, serão beneficiados os moradores da Região Norte”, destaca o gerente de Projetos e Obras da Sanepar em Londrina, Luiz Nacayama.

A tecnologia utilizada pela Sanepar na operacionalização dos poços do Guarani é modelo para todo o Estado. “Os estudos de geologia avançaram bastante e mostraram que explorar um manancial subterrâneo como o Guarani exige cuidados para manter a fonte e garantir a produção pensando nas gerações futuras”, comenta. 

(Giovanna Migotto da Fonseca Galleli/Asimp)

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