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O Campeonato Paranaense de Futebol Masculino 2017, até os primeiros dias de janeiro, ainda não tem a confirmação de televisionamento. Com isso, os clubes estão se virando nos 30 para conseguir dinheiro e montar seus elencos. Como a Federação não tem um patrocinador master para compartilhar dinheiro com as equipes, a tendência é um campeonato da arquibancada e do rádio.

E para que o torcedor possa ir para a arquibancada, ou cadeira, ou camarote, enfim, ir ao estádio, a crise financeira é um obstáculo, visto que  insiste em afugentar a massa e, por isso, cada clube vai ter que tomar uma medida de baixar o valor do ingresso e ou turbinar o sócio torcedor ou ainda desenvolver ações e promoções para levar público aos campos.

De modo que sem a TV, volta o protagonismo do rádio, chamando, convidando, agitando e estimulando a galera a comparecer. Agremiação de futebol esperta tem bom relacionamento com a imprensa, sobretudo o rádio que divulga amplamente em sua programação o clube, muitas vezes de graça, no intuito de promover o evento envolvendo a equipe da cidade.

Com jornadas esportivas atraentes, que motivem os torcedores, promova o sorteio de brindes e ingressos e com equipe vibrante e bem informada, 2017 deve resgatar a qualidade do rádio e a interação com o público durante o estadual.

Informando minuto a minuto o que se passe no jogo em si, mas sem descuidar dos concorrentes do certame do Paraná e demais estaduais, atualizando notícias, resultados, classificação e próxima rodada, o bom e velho companheiro rádio tem tudo para ser ainda mais utilizado neste ano. É a oportunidade para ampliar o número de torcedores com fone de ouvido, rádio portátil ou radião na mão nos estádios, já que, o veículo se transforma nos olhos e ouvidos do torcedor, esteja ele nas praças esportivas ou para quem está longe.

Ainda o rádio traz, no momento em que se desenrola, o antes, durante e o depois dos jogos. Tudo bem detalhado, com entrevistas, ouvindo os personagens, dando vez e voz aos atletas, treinadores, enfim, aos atores que formam o espetáculo. Claro que, sem a verba da TV, a tendência é de um campeonato mais pobre tecnicamente, contudo, com a magia do rádio, a empolgação e emoção em equilíbrio nas transmissões de futebol, a tendência é de um torneio mais próximo do torcedor, mais vibrante e mais presente nas discussões.

Guilherme Lima - Jornalista e professor - Londrina - Pr

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