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O Londrina Esporte Clube foi o melhor time da primeira fase do estadual e, por uma falha administrativa que resultou na perda de seis pontos, se classificou em quinto. Por azar, pegou o Atlético com a decisão da Arena. Assim, o certame chegou ao fim para o LEC, que fechou na sexta posição. Motivo para desespero? Não. O resultado do confronto foi justo. O Atlético foi melhor nos dois jogos e levou a vaga. Normal.

Claro que se esperava mais do LEC, sobretudo no jogo de ida, quando atuou no VGD e escapou de uma derrota graças a boa atuação de Marcelo, ao meu ver o melhor jogador do tubarão no estadual. Mesmo assim, não fez feio. Aliás, foram cinco jogos contra os times grandes da capital e só uma derrota. Venceu o Paraná e empatou duas vezes contra o Atlético, além de um empate no Couto Pereira diante do Coritiba.

Na Copa do Brasil, sete gols e nenhum sofrido diante do Parauapebas do Pará e duas vitórias. Por isso, não é hora de chutar tudo. É momento de refletir onde pode melhorar porque vem aí uma Série B. Reforços são necessários e em todos os setores. Um lateral direito, um zagueiro e um meia criativo são urgências. Para o ataque, com Keirrisson e Itamar, talvez mais um velocista.

A ocasião pede, com as bênçãos de Juan Figger, jogadores de alto nível, para refinar o plantel, já que serão 38 rodadas, sendo 19 viagens em seis meses. Uma sugestão é garimpar elencos de times de Série A e buscar estes reforços qualificados.

A estreia na Serie B será em casa diante do CRB, daqui um mês. A preocupação maior é a liberação do Estádio do Café, senão, a largada terá que ser no Willie Davids, porque o VGD não poderá abrigar jogos da competição visto que a capacidade mínima para as partidas é de 10 mil expectadores.

Como tem um mês para se preparar, dá para fazer a lição de casa e fazer uma Série B digna. O acesso é um sonho, mas o primeiro objetivo será não ser perturbado pelo fantasma do rebaixamento. Em não sofrendo sustos ao longo da disputa, aí vai se amadurecendo o sonho. Mas hoje, nossa realidade é outra. Como vem de grandes feitos, é hora de apoiar e dar crédito ao trabalho.

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