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Papo de Esporte 10/09/2013  08h58

Fim da linha

O Londrina terminou sua participação na Série D. Perder faz parte. Agora tomar dois gols em três minutos, a contar do minuto 42 do segundo tempo é de doer. E muito. A dor é devido a falta de maturidade do time. Da falta de raça. Da falta de atenção. E até mesmo da falta de comprometimento com o tipo do jogo em si. O Juventude se armou para uma guerra. Para o LEC parecia que era só mais um jogo.

A tristeza é ainda maior por saber que tecnicamente o time do Juventude é similar ao do Londrina. Ganhou na vontade e no acreditar até o fim. O Tubarão deu um chute a gol na partida e fez gol. Logo com o homem do helicóptero, que estava pouco ligado no jogo. A culpa é do time pelo fracasso. Em pequena parcela do técnico e em mínima contribuição do gestor. Os jogadores que saíram durante a competição, saíram porque quiseram sair. Não tinham mais vontade de permanecer no clube e se ficassem por aqui, insatisfeitos, não renderiam e poderiam contaminar os outros. Quando o boleiro não quer jogar, não adianta.
 
Agora é pensar em 2014. Tem que montar um time mais forte. Contrar dois laterais (um direito e um esquerdo), dois zagueiros, dois volantes, um camisa 10 de verdade e dois atacantes. Sugestões para reforços: Do Juventude poderiam chegar o lateral direito Murilo e os volantes Jardel e Itaqui (se o Ju não subir facilitaria). Do Metropolitano o atacante Maurinho. Do J. Malucelli o atacante Bruno Batata. Do Botafogo-SP o meia Juninho. Da Lajeadense o volante Henrique e o atacante Bruno Paulo. Só para listar daqueles adversários do LEC na Série D.
 
Do atual elenco, é hora de agradecer e liberar, ao meu ver: Montoya, Augusto Ramos, Celsinho, Alexandre Oliveira, Murilo, Marcelo e Bahiano. E conversar com Germano. No último jogo em Caxias do Sul ele perdeu quase todas as divididas e quando tinha ele, que liderar a "malandragem" de catimbar o jogo, reclamar com o juiz, causar algum enguiço na partida e afins, ele se calou. Não pode um capitão numa guerra como foi ser tímido no jogo. Sobre Tencatti, vai ficar por saber lidar com a base (que dará reforços ao elenco profissional) e teve no título do interior um voto de crédito. Mas Tencatti viu que a Série D é diferente do Paranaense. Ano que vem não se pode cometer os mesmos erros. Valeu como lição. Amarga. Em 40 dias começa o trabalho visando 2014. O Paranaense vai ser uma guerra e a CBF deve confirmar que o Paraná deve ter só uma vaga. Erro zero no estadual, se não, Série D só em 2015.

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