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Papo de Esporte 04/08/2016  08h17

Ouro no futebol?

Nas Olimpíadas, o torcedor espera que o futebol desencante. Depois de pratas e bronzes, o tão aguardado ouro olímpico no masculino parece estar mais perto. No papel, é o melhor time.  Na prática, são outros quinhentos.

Com Neymar, os dois Gabriéis (Gabigol e o Jesus), mais jogadores de talento como Marquinhos, Thiago Maia, Rafinha e Luan – o do Grêmio – e os outros dois experientes que vivem boa fase, como o goleiro Wéverton e Renato Augusto, o Brasil foi o país que mais levou a sério o processo de formação de grupo.

Os outros concorrentes não trouxeram suas principais estrelas. Portugal deixou Cristiano Ronaldo fora. A Argentina, com um time diferente do usual, sem Messi nem nenhuma estrela. A Colômbia apostou em Téo Gutierrez, todavia, não traz James Rodrigues.

A Alemanha não terá seus craques assim como a Suécia, sem Ibrahimovic. Já campeões olímpicos, em 1996 e 2012, Nigéria e México não devem ser desprezados – e nos dois casos batendo o Brasil na semi e na final, respectivamente. Com o apoio da torcida e com time equilibrado, como mostrou no amistoso contra o Japão, o ouro é palpável.

Depende também do Neymar entender que o coletivo deve se sobrepor ao individual. Talento ele tem de sobra, contudo, os outros atletas também tem capacidade para resolver um jogo, quando for o caso. Ele é o grande nome na teoria e, se confirmar o ouro, na prática subirá de patamar junto à torcida. Se perder, a chance de ser esculhambado e ser escolhido como “boi de piranha” é enorme. 

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