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Com bom toque de bola, marcação forte e bola parada mortal, o Internacional conquistou pela segunda vez a Taça Libertadores e igualou o número de títulos do Grêmio. Como tem três títulos do Brasileirão, contra dois do tricolor, o Colorado ganha no critério de desempate e faz a metade vermelha do Rio Grande do Sul sorrir de um modo nunca antes possível.

A vitória veio com um time forte que passou por modificações ao no decorrer da competição. Trouxe um treinador estrangeiro (Jorge Fossati) e um goleiro gringo (Pato Abbondanzieri) que não deram muito certo e prontamente foram substituídos por Celso Roth (que finalmente tirou o rótulo de treinador do “quase”) e repatriou Renan, que não brilhou, mas, falhou menos do que o argentino.

Ainda como melhorias, Tinga e Rafael Sóbis encorparam o grupo e foram decisivos. Tinga deu maior poder de marcação e ao mesmo tempo toque de bola refinado a meia cancha e Sóbis é um predestinado. Acertaram os detalhes faltantes no time. Contando também com o pé-quente Giuliano e o eficiente Alecsandro, o Colorado foi copeiro e na final atropelou o Chivas com duas vitórias incontestáveis.

Só não pode relaxar muito no nacional para chegar sem ritmo ao Mundial. Em alguns jogos ou durante um tempo, os titulares podem até serem poupados para descanso e melhor preparação para a competição intercontinental, mas não se deve abandonar o Brasileiro. Tem time o Inter para levantar mais uma taça, fato que não ocorre desde 1979.

Um dos frutos da conquista da Libertadores foi a convocação de D´Alessandro para a Seleção Argentina. E com absoluta justiça. Chamou a responsabilidade, foi marrento, organizou o time e foi importante na Libertadores e pode ajudar na reconstrução do novo time da Argentina. Aliás, até o Guiñazú poderia ser lembrado pelos hermanos porque é um motorzinho.

Agora a equipe vai representar o futebol da América do Sul no Mundial em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, no fim do ano. E terá a Inter de Milão como grande rival na busca pelo segundo título. Em mantendo a base e trazendo um zagueiro de qualidade (porque Índio e Bolívar fazem gols na frente mas dão cada susto atrás), creio que pode enfrentar sem medo o time italiano e pintar de vermelho todo o planeta.

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