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O Conselho Episcopal da Regional Sul 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) defende cinco pontos essenciais no novo modelo de concessão de rodovias e pedágio no Paraná: licitação pela tarifa mais baixa, mais investimentos para modernização das rodovias, mais segurança e conforto para os usuários, transparência e acesso facilitado aos dados e respeito aos novos conceitos de sustentabilidade.

Os arcebispos Dom Geremias Steinmetz (Londrina), José Antonio Peruzzo (Curitiba) e Amilton Manoel da Silva (Guarapuava), mais o padre Valdemir Badzinski, dirigentes episcopais, assinam documento de apoio à posição do Conselho de Leigos do Regional Sul, que prioriza a necessidade de preço justo e transparência na garantia do direito de ir e vir. Representantes do laicato aprovaram carta aberta em reunião na semana passada.

“O posicionamento da Igreja Católica reforça o trabalho da Frente Parlamentar sobre o Pedágio, das entidades do setor produtivo, das cooperativas, dos sindicatos, de toda a sociedade organizada e dos paranaenses que não aceitam o modelo de concessão apresentado pelo governo federal. É muito importante ter o apoio de uma instituição de tanto respeito na comunidade”, diz o deputado estadual Tercilio Turini.

Meses atrás, Turini e os deputados Evandro Araújo e Luiz Cláudio Romanelli reuniram-se com o arcebispo de Londrina e outras lideranças católicas, expondo preocupações em relação ao pedágio. “Argumentamos sobre a necessidade de fazer o leilão com menor preço de tarifa, sem outorga onerosa, execução imediata de obras nas rodovias e transparência nos contratos. A posição dos conselhos Episcopal e de Leigos amplia a mobilização dos paranaenses”, afirma Tercilio Turini.

A carta do Conselho de Leigos traz uma lista de reivindicações englobando a exigência de se cumprir obrigações dos atuais contratos, principalmente em relação a obras não executadas, e também apontando propostas em defesa do cidadão nas futuras concessões. “O preço justo é a maior reivindicação da população. Valores que não impactem no direito de ir e vir nem impeçam o desenvolvimento de pequenos negócios que precisam de mobilidade. E, claro, que as obras contratadas sejam feitas em tempo hábil, no início das concessões, sem aumentar o valor do pedágio, conhecido como degraus tarifários”, salienta o documento.

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