Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

O deputado estadual Cobra Repórter (PSD) apresentou ontem (14), na Assembleia Legislativa, um requerimento solicitando ao governador Ratinho Junior estudos urgentes para implantação em todo os espaços fechados públicos e privados pertinentes, de equipamento de atomização e dispersão automatizada de “peróxido de hidrogênio”, que elimina vírus e bactérias nos ambientes.

A medida, considerada de biossegurança pública, segundo estudos preliminares tem grande resultado para a eliminação do coronavírus e outras bactérias em ambientes fechados e pode ser uma saída para o isolamento social imposto pela COVID-19, e o retorno seguro à normalidade da vida das pessoas, em especial do comércio.

Segundo o deputado, o sistema é novidade no Brasil e já está em uso nos Estados Unidos, com resultados seguros para descontaminação e manutenção de locais fechados como escritórios, cinemas, consultórios médicos, consultórios odontológicos, restaurantes, comércios, supermercados, Shopping Centers.

"Este produto já está disponível em nosso estado vizinho Santa Catarina e, segundo as informações, mata vírus e bactérias, elimina odores, mofo e componentes voláteis do ar em  ambientes e salas fechadas. Por isso, gostaríamos que o estudo fosse aprofundado, pois seria uma boa solução para o combate ao coronavírus, em especial, em comércios, indústrias, abrigos etc", afirmou Cobra Repórter.

Na justificativa do projeto, o deputado destaca que esta é uma tecnologia que atomiza no ar da sala uma substância chamada de Peróxido de Hidrogênio H2O2 (comumente conhecido como água oxigenada); esta molécula é altamente oxidante, que em contato com os micro-organismos que flutuam no ar, os oxida e matam instantaneamente deixando o ar puro e livre de transmissões infecciosas. É um equipamento de tratamento do ar e o produto é totalmente inofensivo ao ser humano. Ela processa o próprio ar ambiente transformando uma molécula de água H2O e uma molécula de oxigênio O2, fundindo-as e gerando H2O2, após a oxidação do elemento no ar volta ao estado original, sendo assim totalmente sustentável e natural.

Os equipamentos existem nas configurações portáteis e nas fixas aplicadas a aparelhos de condicionamento de ar e dutos de aparelhos centrais de ar condicionado, de baixo custo.

"Neste sentido, estamos fazendo ao governador um pedido de estudos para que o Estado possa financiar a colocação de pequenos aparelhos nas casas das famílias paranaenses e financiar a colocação destes equipamentos em ambientes públicos e privados, em especial no comércio, sendo então, o primeiro Estado da Federação a voltar a normalidade e estar prevenido para futuros outros vírus e bactérias que possam contaminar a população", finalizou.

Meire Bicudo e Veruska Barison/Asimp

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios