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A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) enviou um ofício, nesta segunda-feira (09), à delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) de Londrina, Lívia Pini, pedindo explicações no caso em que uma mãe e um pai são suspeitos de agredir o filho adotivo.

O casal foi preso em flagrante em Londrina na noite deste domingo (08). A criança foi levada em estado grave ao hospital, onde está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O menino de oito anos foi adotado há dois meses, no Mato Grosso do Sul. “Se tem uma coisa que me deixa muito revoltado, são essas agressões contra as nossas crianças! Organizamos, recentemente, em Londrina um seminário para debater essa questão. De lá, tiramos boas ideias que serão colocadas em prática em conjunto com as autoridades participantes na tentativa de coibir essa barbárie”, disse o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Criai.

O Caso

De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), uma conselheira tutelar recebeu a ligação do hospital dizendo que uma criança que estava sendo atendida no pronto-socorro possivelmente tinha sido agredida. O pediatra que atendeu a criança afirmou à polícia que perguntou aos pais adotivos como ela tinha adquirido os hematomas. De acordo com o BO, o casal respondeu que deu "umas chineladas e palmadas”. À Polícia Militar (PM), os pais disseram que causaram os hematomas, com o "intuito de discipliná-lo".

Meire Bicudo/Asimp

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