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 “Recebi um vídeo que é o retrato do desespero e da indignação! Imagine só: uma família estava velando um bebê e, quando abriram o caixão, havia uma sacola com roupas ao invés do corpo do recém-nascido. Um absurdo desse não pode ficar impune”, declarou o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

Ontem (26), o deputado enviou um ofício à Polícia Civil solicitando rigor nas investigações. Segundo informações, o bebê tinha seis meses de gestação, havia nascido na manhã de domingo e faleceu na manhã de ontem. O caso ocorreu na localidade do Passa Quatro, em Turvo.

A mãe do recém-nascido teria dito que o agente funerário falou que era para o caixão permanecer “lacrado”, mas a irmã da criança falecida queria ver o bebê. Foi aí que veio a surpresa: havia uma sacola com roupas quando abriram o caixão.

A Polícia Militar foi chamada e foi descoberto que o corpo do bebê ainda estaria no hospital. A funerária responsável informou que o caixão saiu lacrado do necrotério da unidade hospitalar e que apenas realizou o transporte. Após o "erro de comunicação", o corpo foi levado do hospital ao local da realização do velório.

Meire Bicudo e Veruska Barison/Asimp

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