Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

A secretaria estadual de Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) está distribuindo 19.190 cestas básicas para prover a segurança alimentar emergencial às famílias de pessoas com deficiência que estão em vulnerabilidade social e foram afetadas pela pandemia da Covid-19. Serão beneficiados 260 municípios – 65% das cidades paranaenses.

Para essas famílias, a entrega das cestas está sendo feita nas Apaes pelas equipes das Escolas Especializadas, em conjunto com a Defesa Civil e, com acompanhamento de representantes dos Escritórios Regionais e do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiência da Sejuf.

Segundo o diretor do Departamento de Apoio à Pessoa com Deficiência e de Políticas para Acessibilidade da Sejuf, Felipe Braga Côrtes, a distribuição teve início na semana passada nas regiões dos Campos Gerais e em Curitiba e Região Metropolitana e a entrega para todo o Paraná está prevista até o final de julho.

“Londrina vai receber no dia 20 de julho e Cornélio Procópio no dia 23. Agradeço o governador Ratinho Junior que tem ajudado as pessoas mais vulneráveis nesse momento muito difícil de pandemia pelo qual estamos passando. Esta medida tem o nosso apoio”, disse o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

De acordo com o secretário estadual de Justiça, Mauro Rockenbach, o critério para recebimento foi baseado em questionário distribuído a todas as instituições que atendem pessoas com deficiência no Estado e que são conveniadas com a secretaria estadual de Educação e do Esporte.

As cestas são compostas por 2 kg de feijão; 1800 ml de óleo de soja; 2 kg de macarrão; 2 kg de farinha de trigo; 5 kg de arroz, 2 kg de açúcar cristal; 2 kg de leite em pó integral, 1,2 kg de bolacha maisena, 1 kg de fubá, 1 kg de sal refinado e 1 kg de amido de milho.

Os recursos para o fornecimento de alimentação a este público são oriundos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), como medida emergencial a ser adotada durante o isolamento social necessário ao enfrentamento da Covid-19.

Meire Bicudo e Veruska Barison/Asimp

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios

Utilizamos cookies e coletamos dados de navegação para fornecer uma melhor experiência para nossos usuários. Para saber mais os dados que coletamos, consulte nossa política de privacidade. Ao continuar navegando no site, você concorda integralmente com os termos desta política.