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Construtores e moradores serão ouvidos a partir da próxima quinta-feira; vereadores querem mais documentos da prefeitura e do gestor do Marco Zero

Os vereadores que integram a Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos Alvarás definiram na última sexta-feira (9/5), durante reunião de trabalho do grupo, a agenda da próxima semana. O presidente da Comissão, Jamil Janene (PP) informou que os depoimentos serão retomados na quinta-feira (15/5), às 9h e prosseguem no dia seguinte (16/5), a partir das 14 horas, na sala de reuniões da Câmara de Vereadores.

Mas não é só. Ainda no início da semana, a Comissão solicitará à prefeitura os documentos que embasaram a liberação de alvarás de construção e habite-se no jardim Colúmbia, além de reiterar ofício ao empresário Raul Fulgêncio para o fornecimento de documentos relativos ao projeto urbanístico do complexo Marco Zero. Em relação aos depoimentos, na quinta-feira serão ouvidos construtores responsáveis pela execução de obras no Jardim Colúmbia e na sexta-feira será realizada a oitiva de moradores do bairro.

“A comissão não vai divulgar nomes antecipadamente até porque precisamos confirmar a presença das novas testemunhas”, explicou Jamil Janene, informando ainda que todos os depoimentos estão relacionados aos problemas das obras irregulares no bairro. “Em relação ao Marco Zero estamos solicitando novamente a colaboração do empresário Raul Fulgêncio para o fornecimento de documentos daquele empreendimento”.

Obras conhecia irregularidades - Na última quarta-feira (7/5) a CEI colheu os depoimentos da arquiteta Celina Ota, ex-diretora de projetos da Secretaria de Obras; do engenheiro Alexandre Andrade Addário e dos fiscais Sérgio Florêncio Expósito e Vitor Menon. De acordo com o presidente da CEI, a arquiteta Celina Ota confirmou a ocorrência irregularidades na concessão de alvarás no jardim Colúmbia, informações que segundo a servidora foram encaminhadas em julho do ano passado ao gestor da pasta.

Jamil Janene disse ainda que os quatro servidores também disseram à CEI que nunca ouviram falar em cobrança de propina dentro da pasta. “Nossa preocupação é que os funcionários confirmaram o sucateamento da Secretaria de Obras, que não conta com estrutura material e de pessoal para a execução dos serviços e por isso não consegue acompanhar o ritmo das novas construções na cidade”, disse Jamil Janene que preside a CEI ao lado dos vereadores Padre Roque (PR) e Gustavo Richa (PHS), os dois últimos nas funções de relator e membro.

Assessoria de Comunicação da CML

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