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Em pronunciamento no Plenário ontem (19), durante a sessão temática sobre a terceirização, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) pediu uma modernização da gestão do emprego no país. Ele também defendeu a importância da educação como instrumento de manutenção do emprego.

O senador lamentou a ausência de “representantes explícitos” dos terceirizados no debate. Segundo Cristovam, era importante ouvir a opinião diretamente da categoria. Ele criticou o projeto da Câmara dos Deputados sobre terceirização (PLC 30/2015), mas pediu que o Congresso não se omita sobre a situação dos terceirizados.

— Se aprovarmos o projeto como ele está, estaremos precarizando o trabalho. Se não fizermos alguma coisa para regularizar esse trabalho, estaremos prevaricando. Não podemos precarizar nem prevaricar — disse o senador, acrescentando que é preciso aprimorar as leis trabalhistas.

Cristovam disse que medidas para a proteção do trabalhador são urgentes. Ele citou como exemplo a proteção do trabalho diante da informatização. Cristovam reconheceu a necessidade de um ajuste fiscal no país, mas apontou que o ajuste não pode ser feito em cima dos “pobres e trabalhadores”. O senador ainda se posicionou contra as medidas provisórias de ajuste fiscal (MPs 664/2014 e 665/2014) e disse que o país precisa se adaptar para não provocar desemprego.

Agência Senado

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