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O 14º Encontro de Atividades Científicas (EAC) da Unopar, que acontece de 26 a 28 de Outubro, no Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas, CCESA, terá um número recorde de trabalhos: foram 2.154 inscritos e 1.816 aprovados. Participam autores de 116 instituições de Ensino Superior de diferentes regiões do País. No evento, 272 trabalhos completos de alunos de graduação concorrem ao Prêmio de Iniciação Científica da Unopar.

O curso com maior número de inscritos foi Direito (196), seguido por Administração (171), Enfermagem (155) e Educação Física (102). A área de Biológicas e Saúde teve 728 trabalhos; Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas 711 trabalhos;  Humanas e Educação 390 trabalhos e Exatas e Tecnológicas 325 trabalhos.

Os números impressionam e mostram que o evento promovido pela Unopar vem crescendo ano a ano, desde a primeira edição, realizada em 1998, que registrou 216 trabalhos aceitos.

“Essa é uma oportunidade valiosa para estimular alunos e professores que ainda não se envolveram em pesquisa. É um evento que atrai pesquisadores de todas as áreas e por isso ele cresce a cada ano”, reconhece o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unopar, Hélio Suguimoto.

Em 2004, o grande número de trabalhos (1773) obrigou a organização a criar novas regras, passando de resumo simples para resumo expandido. Desta forma, no ano seguinte, o número de trabalhos apresentados diminuiu para 1035. Passados seis anos aquele número de trabalhos foi superado. “Para o ano que vem vamos ter que aumentar novamente o rigor nos critérios de inscrição. Isso é muito positivo porque eleva o nível da qualidade dos trabalhos e do evento” garante Suguimoto.

Todos os trabalhos inscritos são avaliados por pelo menos dois professores da área, no sistema duplo cego, ou seja, os trabalhos enviados ao professores para avaliação não têm identificação dos autores e os autores dos trabalhos também não podem identificar quem os avaliou. Os professores analisam e dão nota para 10 quesitos e só depois a Comissão Científica estabelece uma nota de corte.

(Phoenix Finardi/Asimp)

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