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Com a troca dos principais ministros da presidente Dilma, inclusive a Casa Civil, o Paraná abre um novo cenário na corrida ao Palácio Iguaçu. “Com este passo a futura governadora Gleisi estará livre para debater o Paraná”, afirmou na solenidade o vice-presidente da Câmara, deputado federal André Vargas (PT).

A presidenta Dilma Rousseff empossou quatro novos ministros ontem (3): Aloizio Mercadante, na Casa Civil; Thomas Traumann, na Secretaria de Comunicação Social; Arthur Chioro, no Ministério da Saúde; e José Henrique Paim, no Ministério da Educação.
 
“Do ponto de vista político é uma substituição em função das demandas eleitorais. Haverá outras mudanças, também de caráter eleitoral, mas essas foram as mais estratégicas, Saúde, Educação, Secom, e a própria Casa Civil. Então acho que muda o estilo, mas acredito que afunila para a entrega das obras da presidenta da República, do governo federal, a entrega dos compromissos, o cuidado com a economia. E focar separando aquilo que vai ser a campanha eleitoral daquilo que é gestão de governo, isso também é muito importante”, afirma Vargas.
 
Campanha e governo
 
Com a troca dos comandos ministeriais, a presidenta Dilma poderá separar melhor as atividades de governo, com as da campanha. “Para a presidência altera também, porque aumenta sua capacidade de gestão de conflitos e aumenta também sua capacidade de administrar a própria campanha, sempre separando o que é campanha e o que é governo”.
 
Vargas alerta que poderão haver novas mudanças, que vão “implicar em mudanças também em função de outros partidos, tenho certeza, para montar a aliança que vai disputar a eleição e governar no segundo mandato” finalizou André Vargas.
 
Comunicação
 
Sobre a saída da ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, André Vargas, que foi secretário nacional de Comunicação do PT, afirmou que sempre teve uma boa relação com a jornalista. “Sempre tive a maior e respeitosa relação com a jornalista competente e séria Helena Chagas”.
 
A presidenta Dilma Rousseff ressaltou que o time de ministros tem mantido o foco. “Chegamos ao quarto ano de mandato seguindo as diretrizes que nós propusemos durante a campanha e também desde a posse. Os nossos objetivos foram claros. Nós queríamos manter os fundamentos macroeconômicos com crescimento da economia, manter todo o processo de inclusão desde 2003 com a eleição do Lula, manter o nosso país liderando a redução da desigualdade no mundo (…) e a manutenção da geração de empregos, mesmo numa situação de crise, da maior crise econômica internacional desde 1929″.
 
Ricardo Weg/Asimp

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