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Ricardo Barros explicou, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, medidas em curso para aperfeiçoar e qualificar a rede, promovendo a saúde da população

O ministro da Saúde Ricardo Barros  apresentou ontem (6) as ações que estão sendo desenvolvidas para melhorar a eficiência do gasto público e de promoção à saúde da população, reafirmando o compromisso com os princípios constitucionais do SUS.

Barros também apresentou o retrato das Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) no país. Segundo mapeamento, 72 estão concluídas, mas não estão em funcionamento, sendo 66 já equipadas. Outras 357 estão em obras e 397 estão em funcionamento com custeio do Ministério da Saúde. “Muitas UPAS foram destinadas a municípios que não têm capacidade de contrapartida para aquele tamanho de serviço. Por isso, estamos pedindo a requalificação dessas estruturas para outros tipos de atendimento junto ao TCU. Muitas UBS também estão prontas e não funcionam porque os municípios já estão no limite prudencial para gastar com pessoal e não têm capacidade de contratar profissionais”, explicou.

O ministro também citou algumas propostas já em andamento na sua gestão, como o estabelecimento de métricas de desempenho no setor público seguindo o princípio constitucional da eficiência, e a informatização de sistemas da saúde, com adesão ao prontuário eletrônico do paciente que evita repetição de exames e dispensação duplicada de medicamentos. Para isso, o Barros disse que é fundamental o apoio dos gestores municipais e estaduais e profissionais de saúde. “As decisões tomadas serão sempre pactuadas com os prestadores de serviços, prefeitos e profissionais de saúde porque são eles que prestam o serviço à população. O nosso formato de discussão da saúde é sempre pactuar com todos os setores envolvidos”, destacou.

Sobre o orçamento da saúde para este ano, Barros lembrou que conseguiu a recomposição de R$ 5,6 bilhões que haviam sido contingenciados para honrar com compromissos assumidos em 2016, especialmente na área de urgência e emergência junto a estados e municípios.

Outro assunto pautados foi  investimentos em pesquisas para desenvolvimento de vacinas contra o vírus Zika e da dengue e as ações desenvolvidas para garantir a saúde da população brasileira, atletas e turistas durante os jogos olímpicos e paralímpicos.

Redação:J.U informações Agência Saúde

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