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Adeptos fundam a Real Democracia Parlamentar (RDP)em defesa da melhor estabilidade política e social

Em solenidade prevista para este próximo sábado (9 de novembro), a partir das 8h30, na Câmara Municipal de São Paulo, representantes de movimentos que propõem o restabelecimento da Monarquia Parlamentarista no Brasil vão lançar, emblematicamente antes da data que antecede a deposição do Imperador D. Pedro II,  o partido politico que deverá representá-los oficialmente a partir desse evento, a Real Democracia Parlamentar (RDP).
 
Provenientes de diversos Estados, eles debaterão as diferentes abordagens do documento que os nortearão na divulgação dessa forma de governo que, conforme índices estatísticos internacionais exibem elevados patamares de bem-estar de suas populações, contrariamente ao que se observa onde prevalece o regime republicano, como é o caso de nosso País.
 
Iniciando sua atuação político-partidária de forma independente da Casa Imperial do Brasil – por princípio ético que sempre obedeceu, esta não se filia a quaisquer agremiações políticas – os monarquistas parlamentaristas propõem um “sistema monárquico, democrático, parlamentar, voltado para um nacionalismo liberal e moderno, interessado em desenvolver mecanismos institucionais e gerenciais evoluídos, isentos de personalismo, como os experimentados em países reconhecidamente democráticos, que atingiram elevados índices de IDH, segurança, equilíbrio econômico e estabilidade política”.
 
Diferenças de regimes
 
Esclarece o documento já elaborado e orientador do movimento que, “na monarquia parlamentar, o Rei ou Imperador, pertencente a uma dinastia escolhida pela Nação, exerce, em caráter vitalício e hereditário, a chefia suprema dos destinos do Estado. Reservada, entretanto, ao Conselho de Ministros, eleito pelo povo e com sustentação parlamentar, a realização das tarefas de governo”. De um modo geral, nas monarquias não absolutistas o Imperador representa a Nação, tem sob seu comando as Forças Armadas e sob sua tutela o Poder Judiciário para que este possa exercer sua atividade de forma plena e independente. O Parlamento, eleito pelo povo, se incumbe das tarefas de governo. O equilíbrio assim se forma.
 
Lembramos adeptos desse movimento pelo restabelecimento da Monarquia Parlamentarista no Brasil que, num contraponto à estabilidade institucional, “há também a forma republicana de base parlamentar, em que o Presidente eleito exerce a chefia de Estado, e o Conselho de Ministros, o Governo. Sempre que se aguçam as pendências que os separam, como se vê a todo tempo, é sobre a Nação que repercutem os resultados negativos de seus conflitos. No regime presidencialista exclusivo, o Presidente acumula a chefia do Estado e a chefia do Governo. Geralmente assediado por disputas eleitorais, o Presidente é refém dos interesses irreconciliáveis das correntes em que se sustenta, falhando no cumprimento de ambas as funções que acumula”.
 
Conforme lembram os monarquistas, os resultados dessa instabilidade republicana estão sobejamente claros no Brasil, desde 15 de novembro de 1889, quando o imperador D. Pedro II foi deposto e exilado para a França. Golpes e contragolpes se sucederam seguidamente, deixando aos brasileiros um arremedo de democracia que prevalece até hoje.
 
Evento
 
Previsto para se encerrar às 16:50 horas desse sábado, várias palestras estão programadas para esse evento. A primeira, por César Maia, sobre “A política atual e o Parlamentarismo Monárquico”, depois o ex-deputado federal Antônio Henrique Bitencourt Cunha Bueno abordando o “Poder Moderador e o Parlamentarismo”, após o que haverá Reunião de fundação do RDP – Real Democracia Parlamentar. Em seguida a Tribuna será aberta aos representantes dos estados, e o término do evento se dará com palavra do organizador do partido Comendador Antonyo da Cruz.
(Fonte: Comendador Antonyo da Cruz - rdp@realdemocracia.org.br)

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