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Bancada do Paraná estará na CCJ do Senado para votar a proposta amanhã (10)

Os três senadores paranaenses votarão a favor do Projeto de Lei do Senado (PLS) 116/2018, que trata da prisão após condenação em segunda instância. O anúncio foi feito no último dia 06, durante o Congresso Estadual do Ministério Público do Paraná. A matéria é o primeiro item da pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e deverá ser votada na reunião amanhã (10), às 10h.

Os votos de Alvaro Dias e Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), que são titulares da CCJ, já estavam contabilizados. A novidade é a presença de Flávio Arns (Rede-PR) na votação.

Arns não é membro da Comissão, mas foi indicado para ocupar uma vaga especialmente para esta votação. “A bancada paranaense estará completa neste momento importante para o país em que precisamos lutar contra a impunidade. Temos convergência total neste sentido”, afirmou.

Para o senador Alvaro Dias, o momento exige posicionamento. “Há, neste momento, um confronto entre os adeptos da impunidade e os que desejam caminhar para uma nova justiça no Brasil”, destacou. 

Na última quarta-feira (4), a presidente da CCJ, senadora Simone Tebet, anunciou que colocaria o projeto em votação para atender um manifesto entregue pelo senador Oriovisto Guimarães com o apoio de 44 senadores pedindo a continuidade da tramitação da proposta.

Depois de anunciar a inclusão na pauta, a presidente foi aplaudida por parte dos senadores na sala. O senador Oriovisto foi um dos que apoiaram a medida: “Isso mostra nossa contrariedade com qualquer movimento para adiar a análise da matéria, por isso pedimos a votação o mais rápido possível”, afirmou.

Combate à corrupção

Os senadores paranaenses foram convidados para falar do cenário político brasileiro durante o Congresso Estadual do Ministério Público do Paraná. O evento reuniu procuradores de justiça, promotores, servidores e estagiários do órgão de todas as regiões do estado.

Flávio Arns e Alvaro Dias apresentaram um panorama do momento atual e os desafios que precisam ser enfrentados pelo país, em especial no combate à corrupção. “Nós não podemos ter um país próspero e de paz em um cenário de corrupção. Esse tem que ser nosso objetivo principal, para mudarmos o Brasil”, destacou Arns.

Greicy Pessoa/Asimp

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