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“Pedimos apoio à nossa luta pela imediata alteração do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos servidores e professores das instituições estaduais de ensino superior”, declarou nesta terça-feira, 13, o professor Ivã José de Pádua, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Superior do Oeste do Paraná (Sinteoeste), ao falar no Plenário da Assembleia Legislativa. Pádua integrava uma caravana formada por representantes das universidades estaduais que esteve na Casa para sensibilizar os parlamentares sobre as reivindicações apresentadas ao Governo.

O professor explicou que neste momento a categoria, em conjunto com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), está elaborando um projeto de lei que busca implementar esse novo PCCS, reconhecendo a titulação dos trabalhadores. “Depois de formatada a proposta será debatida em audiências públicas e, posteriormente, submetida à apreciação do Legislativo, garantindo-se a valorização dos servidores e professores”, frisou.

De acordo com o deputado Professor Lemos (PT), que apoia o movimento, as universidades precisam desses trabalhadores que, ao aperfeiçoarem seus conhecimentos, com cursos de especialização, mestrado e doutorado, contribuem para o crescimento das instituições. “Nada é mais justo do que garantir esse novo Plano de Cargos, Carreira e Salários, evitando que professores e servidores, com excelente formação, encontrem reconhecimento somente em outras instituições”. Com o novo plano de cargos, portanto, os professores teriam um estímulo efetivo no sentido da permanente qualificação profissional.

Entre as propostas da categoria, discutidas nesta terça-feira com o secretário Alípio Leal, de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, durante reunião em Curitiba, está a de reajuste dos percentuais que variam de acordo com a titulação dos professores. Assim, os especialistas passariam a receber um adicional de 40% sobre os salários (hoje o percentual é de 20%). Já os mestres teriam direito a um adicional de 75% (contra os 45% atuais), e os doutores, 100% (o índice atual é 75%).

(Asimp_ALEP)

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