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Também neste sábado, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deve reconhecer o Genocídio Armênio cometido pelas forças do Império Otomano em 1915

O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida celebrará uma missa amanhã, dia 24, às 12h, em memória aos 1,5 milhão de mártires do Genocídio Armênio, cometido pelas forças do Império Otomano contra a população civil da Armênia. A iniciativa da missa partiu do Consulado-Geral Honorário da República da Armênia em São Paulo. A basílica de Nossa Senhora, localizada em Aparecida, no interior paulista, é a segunda maior igreja católica do mundo, ficando atrás apenas da do Vaticano. 

A data é relembrada no mundo inteiro justamente para que esta tragédia não seja esquecida. Em abril de 1915 o governo Otomano publicou um decreto determinando a deportação dos armênios. As primeiras vítimas foram os intelectuais, poetas, artistas plásticos, cientistas, religiosos e médicos armênios. Em 24 de abril de 1915, vários intelectuais foram presos em Constantinopla e cruelmente assassinados. 

Alguns países, como Argentina, França, Alemanha, Grécia, Holanda, Bélgica, Itália, Suécia, Suíça, Rússia, Polônia, Lituânia, Eslováquia, Líbano, Chipre, Canadá, Chile, Uruguai, Bolívia, Venezuela, além do Vaticano, reconhecem o genocídio cometido contra o povo armênio. Neste sábado, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também deve reconhecer o Genocídio Armênio. No Brasil, que abriga cerca de 100 mil armênios e descendentes que chegaram ao país há um século, o Senado aprovou uma lei reconhecendo o genocídio em 2015, mas esse reconhecimento ainda não foi feito pelo Governo Federal.

Paulo Viarti/Asimp

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