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A missa de abertura do processo de beatificação do padre Léo é neste sábado (07/03), às 16h, na Comunidade Bethânia, em São João Batista (SC) 

Na obra “Padre Léo - Biografia”, lançada pela editora Canção Nova, está a história de Léo Tarcísio Gonçalves Pereira, conhecido como padre Léo. O sacerdote da Congregação do Sagrado Coração de Jesus (SCJ) e fundador da Comunidade Bethânia reunia multidões e era considerado um “humorista de Deus”, por seu jeito alegre e peculiar de evangelizar com histórias, causos da roça, piadas e parábolas.

A trajetória de vida de pe. Léo é narrada nas 680 páginas do livro, desde a infância  no “Biguá”, um vilarejo do município de Delfim Moreira (MG), passando pela juventude em Itajubá (MG), quando foi morar com os avós, pelos anos de seminarista em Brusque (SC) e em Taubaté (SP), pela ordenação, pela fundação da Comunidade Bethânia – que acolhe pessoas marginalizadas, prostituídas e dependentes químicos – pelos anos na Canção Nova até o diagnóstico da doença, o tratamento em São Paulo e a última pregação feita por ele no “Hosana Brasil 2006”.

“Em 2010 descobri na internet, por acaso, uma entrevista que o padre concedeu ao Jô Soares e, diante de um testemunho de vida espetacular, fiquei extremamente motivado em contar sua história para que leigos, religiosos, sacerdotes, profissionais da saúde e da educação, pais, pessoas interessadas nas questões relativas à dependência química possam se inspirar neste brasileiro que compreendeu os problemas sociais e ofereceu, por meio da Comunidade Bethânia, um caminho de restauração fenomenal, demonstrado pelos frutos”, relata o autor.

Para escrever a biografia, Marlon entrevistou 48 pessoas (familiares, colegas seminaristas/hoje sacerdotes, amigos, ex-noiva, membros da Comunidade Canção Nova, entre outros) que conviveram com o sacerdote. Foram mais de 60 horas de depoimentos.

A missa de abertura do processo de beatificação do padre Léo é neste sábado (07/03), às 16h, na Comunidade Bethânia, em São João Batista (SC), presidida pelo arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck. 

Asimp/Canção Nova

#JornalUnião

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