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Número representa 34,75% da população total da cidade; desses, mais de 86 mil já tomaram as duas doses; Londrina tem aplicado diariamente, em média, de 3.500 a 4 mil doses das vacinas

Londrina atingiu a marca de 200 mil pessoas vacinadas com a primeira dose contra Covid-19. A campanha, que iniciou na cidade em 19 de janeiro, registrou a dose de número 200 mil no Centro de Imunização da Zona Norte, em um momento de comemoração. Afinal, a vacinação é a maneira mais eficaz e segura de prevenir a doença e, por consequência, deve levar ao fim da pandemia.

Quem recebeu a dose tão esperada foi a assistente social Angelique Steenmeijer Amaral, de 49 anos. Comovida e feliz, ela contou que se registrou rapidamente tão logo foi aberto o Cadastro Prévio para sua faixa etária. “É um momento de muita emoção que nunca mais vou esquecer. A gente vê tanta gente próxima ficando doente, tantas pessoas que a gente gosta e estão internadas, então todo mundo tem que se vacinar”, disse.

Amaral reforçou que, mesmo vacinada, vai manter os cuidados essenciais contra a Covid-19: distanciamento, máscaras e álcool em gel. “Meu marido já tomou as duas doses e continua se cuidando também. E é assim que temos que manter porque a pandemia ainda não acabou, mas vai acabar. Tenho fé que sim”, finalizou.

A opinião é compartilhada pelo secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, que conferiu a aplicação da 200.000ª dose. “Esperança, com certeza, é o sentimento que mais se aplica nesse momento. A gente tem certeza de que o vai trazer o fim da pandemia é a vacinação e, por isso, o esforço e empenho dos nossos profissionais para que a gente consiga vacinar toda a população londrinense. E, de uma forma gradativa e responsável, retomarmos nossa vida”, citou.

Londrina tem aplicado, em média, de 3.500 a 4 mil doses das vacinas contra Covid-19. Só no Centro de Imunização da Zona Norte, que funciona de domingo a domingo, são atendidas 1.600 pessoas por dia, cerca de 180 por hora, em média. “Temos capacidade para vacinar muito mais, mas organizamos o planejamento de acordo com o número de doses recebidas para que o processo seja contínuo. Se houver aumento dos envios, com certeza aumentaremos o número de equipes e locais de vacinação”, explicou o secretário.

Todos os usuários atendidos passam por um cadastro prévio, que é analisado para que, após confirmação dos dados, seja liberado o agendamento da vacinação. Como os horários são agendados com antecedência, basta comparecer pontualmente com os documentos em mãos para receber a dose.

“Agradecemos aos profissionais de saúde e o empenho de toda nossa equipe, que têm se desdobrado para que Londrina consiga manter a qualidade da vacinação, sendo exemplo em todo o estado e até o Brasil. Temos salas exclusivas de vacinação, segurança com QR Code para que não ocorra destinação incorreta das vacinas nem fura-filas, tudo isso garantindo a celeridade e agilidade que o processo de vacinação requer”, acrescentou Machado.

De acordo com a coordenadora do Centro de Imunização, Erika Tudisco, toda a equipe de servidores aguardava muito pelo dia de hoje. “Pode parecer um número pequeno se considerar o total da população, mas para nós é algo muito marcante. A cada paciente que chega, damos uma gotinha de esperança. E nós sabemos como foi difícil ter 200 mil vacinados. Aqui, trabalham servidores de todas as unidades de Londrina, que vieram colaborar e se doar para que tudo dê certo nessa campanha”, frisou.

São 200 mil pessoas vacinadas com uma dose e, destas, mais de 86 mil com as duas doses. E a cidade estima receber novo lote de vacinas nesta sexta-feira (25), para que a campanha seja ampliada a mais grupos na próxima semana.

Atualmente, a vacinação contra Covid-19 em Londrina está atendendo os grupos prioritários de gestantes e puérperas; profissionais de saúde; trabalhadores da área de educação e professores; trabalhadores do transporte aéreo; profissionais das forças de segurança e salvamento; agentes penitenciários; trabalhadores que atuam em serviços de saúde e nas Instituições de Longa Permanência para Idosos; pessoas acima de 18 anos com comorbidades; população privada de liberdade; pessoas com deficiência permanente; profissionais da Assistência Social; e, dentre a população em geral, todos com idade igual ou superior a 47 anos.

NCPML

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