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Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

A Prefeitura de Cambé registrou interesse em adquirir um lote de vacinas contra Covid-19 por meio do Consórcio Paraná Saúde, que reúne 398 municípios paranaenses. Somente Curitiba não faz parte da associação. Em reunião virtual realizada na tarde da terça-feira, a diretoria do consórcio explicou aos prefeitos que integram a Associação dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar), o planejamento para a compra dos imunizantes e revelou que o Governo do Estado separou R$ 200 milhões para complementar o investimento das prefeituras nestas aquisições.

O secretário Estadual de Saúde, Beto Preto, tem ressaltado frequentemente a vantagem de fazer a compra em conjunto ao invés de individualmente. Segundo ele, comprando as vacinas por meio de consórcio, o valor das doses é reduzido consideravelmente.

Até o momento, três vacinas têm uso aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A vacina da Pfizer já tem o registro definitivo, enquanto a CoronaVac e a vacina de Oxford/AstraZeneca tiveram aprovação do uso emergencial. As vacinas da Janssen, Sputnik V e Covaxin ainda não têm previsão de autorização no Brasil.

O prefeito de Cambé, Conrado Scheller, tem sido muito questionado nos últimos dias pelo fato de não ter assinado ainda a inclusão da cidade no consórcio que está sendo criado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) também com o objetivo de adquirir lotes de vacinas. “Temos o Cismepar e a Amepar, que são consórcios em que Cambé já está incluído, e temos o Paraná Saúde, que também conta com a nossa participação e já está bastante adiantado no planejamento de compra das vacinas. Desta forma, não tenho motivos para buscar um novo consórcio, que ainda é embrionário, e deixar de estar neste da Paraná Saúde, por exemplo”, explicou Scheller. “A população pode ficar tranquila, pois nós vamos comprar vacinas quando elas estiverem disponíveis no mercado, mas por meio da Paraná Saúde. Já tenho o dinheiro para isso reservado e, assim que tivermos tudo definido, vamos fazer a compra”, completou.

Ele lembra que mesmo com os planos de compra de imunizantes, tanto Cambé quanto o estado do Paraná não abrem mão das doses que são enviadas pelo Ministério da Saúde dentro do Plano Nacional de Imunização.

NCPMC

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