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O Congresso Nacional ficará iluminado na cor vermelha nesta semana (12 a 20) em apoio às ações pelo Dia Mundial da Hemofilia (17 de abril), cujo tema este ano é “Dominando a Hemofilia: construindo conhecimento para um melhor tratamento”.  O objetivo é conscientizar a sociedade e difundir informações sobre a Hemofilia, a doença de vonWillebrand e as demais desordens hemorrágicas hereditárias. Quanto mais precoce for o início do tratamento, menores serão as sequelas deixadas pelos sangramentos.

A hemofilia é uma doença genético-hereditária que se caracteriza por desordem no mecanismo de coagulação do sangue e manifesta-se quase exclusivamente em homens. Em geral, são hemorragias intramusculares e intra-articulares que, primeiramente, desgastam as cartilagens e, depois, provocam lesões ósseas. Os principais sintomas são dor forte, aumento da temperatura e restrição de movimento. As articulações mais comprometidas costumam ser joelhos, tornozelos e cotovelos.

Os episódios de sangramento podem ocorrer logo no primeiro ano de vida do paciente sob a forma de equimoses (manchas roxas), quando a criança começa a andar e a cair. Nos quadros leves, o sangramento ocorre em situações como cirurgias, extração de dentes e traumas.

O tratamento da hemofilia consiste, basicamente, na reposição do fator anti-hemofílico. Paciente com hemofilia A recebe a molécula do fator VIII, e com hemofilia B, a molécula do fator IX. Os hemocentros distribuem gratuitamente essa medicação que é fornecida pelo Ministério da Saúde.

Asimp/Secretaria de Participação, Interação e Mídias Digitais

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