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A Copel conclui esta semana a implantação de mais duas salas de apoio à amamentação, em Curitiba e Londrina. A ação coincide com a celebração da Semana Mundial do Aleitamento Materno, e dá continuidade a um trabalho iniciado em janeiro deste ano, quando foi aberto o primeiro espaço destinado às mães que trabalham na sede da empresa no bairro Mossunguê, em Curitiba. A partir de agora, os prédios de Santa Quitéria, na capital paranaense, e na Rua Chile, em Londrina, também contarão com ambientes especialmente preparados para acolher as trabalhadoras no retorno da licença-maternidade.

O ambiente integra a rede “Mãe Paranaense” e é certificado pelo Ministério da Saúde, em reconhecimento ao apoio às mulheres que compõem o quadro de funcionários da companhia. De acordo com o órgão, em todo o Brasil há cerca de 150 salas de apoio à amamentação cadastradas, disponíveis para uso de mães atuantes no mercado de trabalho.

Para o presidente da Copel, Luiz Fernando Vianna, a empresa dá um passo importante, nesta semana que marca a necessidade de incentivo e apoio ao aleitamento materno, em todo o mundo. “Este projeto complementa nossas ações em favor da igualdade de gênero, e está sendo expandido porque reflete tanto na saúde das mães quanto das crianças”, afirma. Entre os benefícios concedidos às funcionárias, destacam-se a licença-maternidade de seis meses, jornada reduzida por 60 dias após o retorno ao trabalho e auxílio-creche.

EQUIDADE DE GÊNEROS - A implantação das salas de apoio à amamentação faz parte do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, que já concedeu certificação à Copel em três oportunidades. Criado em 2005 por iniciativa do Governo Federal, o programa é coordenado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério da Justiça e Cidadania, e busca promover a equivalência de oportunidades e resultados na vida de mulheres e homens, independentemente de raça e etnia, reconhecendo necessidades e interesses diferentes, construindo as redistribuições de poder e renda.

A ação também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da ONU, sobretudo nos itens que defendem a igualdade de gênero, com empoderamento de meninas e mulheres, e a saúde e bem-estar, incluindo o fim das mortes evitáveis de bebês e crianças.

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