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Índice foi o melhor dos últimos quatro anos em comparação com o mesmo período, porém a cada 100 imóveis vistoriados, quatro apresentaram focos do mosquito

 Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou ontem (25), o 1º Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2017. De acordo com os números, a cada 100 imóveis vistoriados na cidade, quatro apresentaram focos do mosquito, ou seja, o índice ficou em 4.1%. Em relação aos últimos quatro anos, dentre os levantamentos feitos na mesma época, este foi o que obteve o menor índice.

A região com o maior índice foi o Centro com 5.81%, seguido pela Norte com 4.14%, a Sul com 3.71%, a leste com a 3.63% e a oeste com 3.58%. Entre os bairros mais afetados, o Parque Germano Balan é o mais preocupante de Londrina, pois a cada 100 casas inspecionadas, 40 estavam com focos. Além dele, o Conjunto Eucaliptos foi o segundo com maior índice, com 25%. Os bairros mais afetados de cada região receberão reforço nos trabalhos educativos, nas vistorias, e nas parcerias firmadas com as lideranças de bairro.

A gerente de Vigilância Ambiental do Município, Diana Martins, explicou que a população precisa se conscientizar e ajudar no combate ao mosquito, principalmente devido à estação atual, que é propícia para a proliferação do Aedes aegypti. “Nossa preocupação é com o clima quente e úmido, pois o vírus continua circulando e precisamos manter os criadouros eliminados. Melhoramos bastante em comparação com o LIRAa de janeiro de 2016, que foi de 8%, porém ainda estamos em estado de risco. Temos que continuar desenvolvendo as ações e pedimos a conscientização e a colaboração das pessoas”, frisou.

A maior parte dos criadouros do mosquito estão nos domicílios, seja nos quintais ou nos cômodos das casas. Isso porque 73% deles estava em calhas entupidas, piscinas, potes de água para os animais, tanques e outros objetos deixados nos quintais. Outros 12% dos focos foram encontrados nos ralos de banheiros e lavanderias, vasos sanitários com pouco uso e vasos de plantas. O restante estava em terrenos baldios.

Os locais mais comuns para os focos foram pote de plástico, balde, latas, pneus, lonas, vasos de plantas, tambor, lixo, prato de planta, tanques de roupa e bebedouros de animais. Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Soares Koury, é importante que a população cuide de seus quintais, recolha os materiais e lixos de maneira correta para que outras enfermidades também não aumentem.

“Não podemos descuidar, porque o mosquito que transmite a dengue é o mesmo que transmite a zika, chikungunya e febre amarela. Amanhã, também teremos uma reunião com a 17ª Regional para debatermos a segunda dose da vacina para a dengue”, disse Koury.

A pesquisa foi realizada nos dias 9 a 13 de janeiro, quando foram inspecionados 9 mil imóveis de 185 localidades da área urbana, incluindo residências, comércios e terrenos baldios. O trabalho foi desenvolvido por 233 agentes de controle de endemias e 15 servidores do Ministério da Saúde.

N.com

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