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O Paraná vai contar nesta sexta-feira (02) com ajuda das Forças Armadas para as ações do Dia de Mobilização Nacional Contra o Aedes aegypti. A data serve para incentivar a intensificação das mobilizações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

“Com a chegada do verão e o período de chuvas, o ambiente fica mais propício para o mosquito. Para evitar que novas epidemias ocorram, contamos com a ajuda de todos para reduzir a infestação e, consequentemente, o número de casos das doenças causadas pelo vetor”, diz a chefe do Centro de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Ivana Belmonte.

Em Curitiba e região metropolitana, o Comando da Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército vai pôr à disposição dois mil militares. Eles farão palestras educativas e ações de combate ao mosquito em 20 escolas de Curitiba, São José dos Pinhais e Paranaguá.

A ação vai atingir mais de três mil alunos das redes estaduais, municipais e particulares de ensino. Além das escolas, o Exército também ficará responsável pela eliminação de focos do Aedes aegypti em diversos órgãos de administração militar, como vilas residenciais, clubes recreativos e outros.

Ponta Grossa

As mobilizações também estão programadas para a 3ª Regional de Saúde. Quase 400 militares do 3º Regimento de Carros de Combate e do 13º Batalhão de Infantaria Blindado foram capacitados no início desta semana para fazer palestras nas escolas e realizar vistorias com os agentes comunitários de saúde (ACS) do município de Ponta Grossa.

As ações acontecem nesta sexta-feira (2) em sete escolas da cidade. As vistorias estão programadas em residências dos bairros de Santa Tereza, Gralha Azul, Santa Paula e Shangrilá. As visitas de ACS em parceria com os militares continuam todas as sextas-feiras até o mês de abril. O objetivo é vistoriar 100% dos imóveis de Ponta Grossa.

Boletim

O novo informe técnico divulgado nesta terça-feira (29) pela Secretaria estadual da Saúde confirma 217 casos de dengue desde agosto deste ano. Desses, apenas 27 são importados, os outros 190 são autóctones, ou seja, que a infecção ocorreu dentro do próprio Estado.

O boletim também confirma cinco casos de chikungunya no Paraná, sendo um autóctone. São dois casos na cidade de São João, na região sudoeste; um caso autóctone em Mercedes, no oeste paranaense; um em Santa Helena, também na região oeste; e um em Curitiba. Mais informações estão disponíveis em www.dengue.pr.gov.br.

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