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Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

Crianças de 1 a menores de 5 anos que não se imunizaram durante a campanha devem ser levadas a uma UBS para receber a dose. Ibiporã vacinou 92,44% do público-alvo

Ibiporã imunizou 92,44% do público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, formado por crianças com mais de um ano a menores de cinco. A cobertura vacinal recomendada pelo Ministério da Saúde é de 95%. Segundo a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), foram realizadas 2.446 doses da vacina até 1 de dezembro. O objetivo é imunizar 2.646 crianças.

A faixa etária que atingiu a maior cobertura vacinal foi a de quatro anos - 107,02%. Já as crianças de um ano foram as menos imunizadas – 71,18%. A ação de imunização no Paraná começou no dia 28 de setembro, uma semana antes da campanha nacional, se encerraria no dia 30 de outubro, mas teve prazo ampliado até o dia 30 de novembro, quando se encerrou a campanha no Estado.

Conforme a SMS, ainda há disponibilidade de doses da vacina. Portanto, crianças que ainda não receberam o imunizante de poliomielite podem procurar as unidades de saúde até o dia 18 de dezembro para  vacinação. A dose é oral, com a aplicação de duas gotinhas em cada criança. Para se imunizar, é necessário levar documento de identificação e carteira de vacinação da criança. É obrigatório o uso de máscara de barreira. Não é necessário agendamento. A SMS ressalta que os profissionais estão preparados para receber o público-alvo, seguindo os protocolos de segurança estabelecidos durante a pandemia.

A vacina contra a pólio faz parte do Calendário Nacional de imunização e está incluída na rotina dos postos de saúde, mas é importante que as crianças sejam vacinadas neste momento para que o Estado tenha homogeneidade na imunização.

A poliomielite é uma infecção contagiosa causada pelo poliovírus selvagem, que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Essa doença está erradicada no Brasil desde 1994, porém, ainda existe a presença do vírus que transmite a doença em outros países, como o Paquistão e o Afeganistão. A vacinação é a única forma efetiva de prevenção, por isso é importante a conscientização da população e a vigilância constante dos profissionais da saúde.

O Paraná não registra casos de poliomielite desde 1986. Neste momento, o Estado possui  14 notificações para paralisias flácidas agudas e, por esse motivo, as equipes de saúde permanecem em constante vigilância à notificação desses casos, que são importantes indicativos epidemiológicos.

Vacinação

De acordo com o calendário, a vacina contra a poliomielite deve ser administrada aos 2 meses (1ª dose), 4 meses (2ª dose) e 6 meses (3ª dose). Estão previstas ainda doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

Multivacinação

Além da imunização contra a poliomielite, segue nas UBSs a campanha de multivacinação, dirigida a crianças e adolescentes menores de 15 anos. Estão sendo ofertadas todas as vacinas que fazem parte do calendário nacional na faixa etária indicada, entre elas as que previnem contra a tuberculose, hepatite B, meningite, pneumonia, sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, difteria, tétano, diarreia, varicela e contra o HPV.

A SMS solicita que os pais ou responsáveis agendem um horário na UBS de referência, por telefone (3178-0350 e 3178-0351) de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, ou no site da Prefeitura: www.ibipora.pr.gov.br. A medida visa evitar aglomerações, por conta da pandemia do novo coronavírus. É importante levar um documento com foto e a carteira de vacinação para verificar a situação vacinal da criança ou adolescente. “Neste período de pandemia, muitos pais deixaram de levar os filhos aos postos, então, este é o momento de deixar em dia a situação vacinal. Os índices de cobertura caíram em todo País nos últimos anos, colocando em alerta os profissionais da saúde. A erradicação de algumas doenças trouxe a falsa ideia do desaparecimento total e para sempre destes agravos. A vacinação é um ato de amor, além de ser segura e eficaz”, ressalta a coordenadora de Epidemiologia, Vanessa Luquini.

NCPMI

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